quarta-feira, 30 de julho de 2014

Com família assim, quem precisa de inimigos?

Cheguei há dois dias e a minha mãe já começa a cobrar a minha presença. Tenho mais de trinta e continuo a ser menina da mamã (Tens cá uma maturidade! - se eu quisesse exibir a minha maturidade não arranjava um blogue, não é? Fazia uma mise apertadinha e usava pérolas. Mas, ui, espera lá... Eu tenho caracois e uso, de quando em vez, pérolas. Pronto, esqueçam!). Antes e depois de ir para qualquer lado, tenho que passar lá por casa: está bem, está bem. Vou aí almoçar amanhã!

As coisas continuam na mesma:

Não me posso queixar que a minha irmã está sempre pior. - Pareço um coador, estou cheia de picadelas de mosquito. Mas a melga mutante que a sobrevoou na noite anterior, só não a matou porque não calhou! 

Cometi o erro de ir de calções e lá vem a piada do meu pai: não vás a Guimarães que te ficam com as pernas para cabos de facas! - Por acaso devo lá ir no final de Agosto. 

A minha mãe, a minha rica mãezinha, acha que apanho sol a mais e espeta-me uma feijoada que estou muito magrinha. - Está um calor do caraças para comer feijoada e eu gosto de praia! 

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