quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Dizem os estudos que...

Depilação brasileira provoca extinção de piolho pubiano

Diz não à rarificação da pilosidade e adeus à vida sexual. Salvem os chatos!

E-mail: correntes e afins

Todos, ou quase todos, já recebemos correio electrónico parvo. E a verdade é que, muitas vezes, perdemos tempo na leitura deles porque, a pessoa que o enviou, é alguém em quem confiamos e por quem temos consideração. Mas é difícil evitar a irritação quando percebemos que é uma mensagem impessoal e  com mil reencaminhamentos no cadastro.
A acompanhar estas mensagens em nota de rodapé, por vezes, vem a consciência ambiental, normalmente a verde e com versão inglesa, que nos diz: Pense no ambiente antes de imprimir este e-mail \ Please consider the environment before printing this e-mail – Mensagem bonita e louvável, há muita árvore desperdiçada por esse mundo fora. No entanto, na minha opinião, a esta frase deveria juntar-se este pequeno questionário:

Pense um pouco e responda mentalmente a estas perguntas antes de reencaminhar  este e-mail

- Li o e-mail na íntegra?
- Tem piada?
- É muito pesado?
- Tem erros ortográficos?
- A informação é verdadeira e\ou oficial?
- É de mau gosto?
- É uma corrente?
- Em correntes anteriormente enviadas, quantas vezes me saiu o euromilhões?
- Em correntes anteriormente não enviadas, quantas vezes morri ou tive algum azar?
- Os meus amigos são importantes para mim?

Reflicta nas respostas dadas e aja de acordo com a sua consciência.

Mais um texto resgatado do outro blogue.

Dois anos


Custou-me ver-te morrer. Reconfortou-me o teu alívio e a tua tranquilidade. No entanto, custou-me ver-te morrer. Mas não podia deixar-te morrer sozinha.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Não sei se fiz bem

Antes de ir buscar o Pantufa à associação, já tinha decidido que ia manter o nome. Apenas acrescentaria um segundo nome. Dou sempre dois nomes aos cães. Cada maluco tem a sua mania e a minha é esta, dar dois nomes aos cães. Já me interroguei por diversas vezes se fiz bem em manter o nome. O raça do cão é uma verdadeira arma biológica. É com cada bufa, Deus me livre. O azar é que não se ouve, só cheira. A emissão de gazes revela-se muito tarde, o que impossibilita a procura de abrigo. Até parece que vêm de pantufas. Ou seja, começo achar que é vingança do canídeo por ter insistido em manter-lhe um nome tão ridículo.

Entretanto, mudamos-lhe a ração e coisa acalmou. Não desapareceu, mas acalmou.

Uma questão de farda

Eu já percebi a diferença entre mim e as outras moças. E é essa a diferença que me faz ser como sou. Eu vou por obrigação, elas vão a lazer e até tiram fotografias. Eu quero subir e andar a pé sem me dar o abafo e elas querem ter um ar saudável. Felizmente, há as gordinhas que passeiam as toalhas e que, só por existirem, melhoram o meu ar e em muito!

2.vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos
3.figurado vida militar
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)

Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
farda
nome feminino
1.uniforme militar ou de uma corporação
2.vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos
3.figurado vida militar
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)

Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
farda
nome feminino
1.uniforme militar ou de uma corporação
2.vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos
3.figurado vida militar
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)

Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
farda
nome feminino
1.uniforme militar ou de uma corporação
2.vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos
3.figurado vida militar
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)

Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Far
farda
nome feminino
1.uniforme militar ou de uma corporação
2.vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos
3.figurado vida militar
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)

Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.

Crónicas do Ginásio

Sou a gata borralheira do ginásio. Não tenho roupa de marca e a que levo nem sequer me assenta bem. Até as senhoras da hidroginástica têm melhor ar do que eu. Não é que não tenha tentado melhorar a minha imagem desportiva, mas recuso-me a dar 75 euros por umas calças para o ginásio. Gastar mais de 200 euros em equipamento que vai ser lavado milhentas vezes e que vai ficar pior que um chapéu de um trolha, desculpem, mas, logo à partida, não me parece um bom investimento. E toda a vergonha que eu possa sentir, passa-me logo no balneário assim que agarro na minha Roberto Cavalli e visto a minha Burberry e me ponho a andar dali para fora!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Lost in translation

Acabada a instrução primária e a caminho do preparatório, a minha rica mãezinha achou por bem oferecer-me o Dicionário do Calão do Circulo de Leitores. O objectivo era preparar os meus ouvidos para algumas palavras menos eruditas. Se alguém me dirigisse palavras menos próprias, a minha mãe queria ter a certeza que eu entenderia o que me estava a ser dito.

Como devem imaginar, não me dediquei à mera consulta de palavras. Agarrei o livro na letra A e acabei na letra Z e se houve palavras que ouvi e disse, também houve outras que não passaram do papel. Mas não é por isso que vos escrevo estas linhas. Para dar sentido a todas estas palavras soltas, tinha dado jeito um manual que me ensinasse a lógica e a sua aplicação no contexto real da vida diária.


Um exemplo dessa necessidade revelou-se há umas semanas atrás quando descobri que a palavra ‘marmita’ quer dizer ‘cabeça’. Sempre pensei que significasse ‘cona’ porque no Norte, quem levava almoço para o trabalho, nomeadamente os senhores dos andaimes, chamava ‘cona’ à marmita. Nunca ninguém me explicou que, nestas coisas do calão, as palavras não gozam da propriedade comutativa, a troca de significados entre as duas palavras nem sempre se aplica. Naturalmente, nunca achei piada às expressões ‘vais levar tantas nessa marmita’ ou ‘estás toda comida da marmita’. Mas, mais vale tarde do que nunca, agora sei ao que realmente se referem e não fico chateada com os comentários à minha marmita.

Moral da história: Antes de me chatear, confirmar se tenho razões para isso. Encarar as coisas pela positiva: viver e aprender!


Mais um texto do falecido blogue.

Já percebi tudo!

Os blogues servem para mandar recados! E eu não quero ficar atrás e vou mandar o meu: Mãezinha, no sábado vou aí jantar!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O problema da eficácia

Comprei xarope para a tosse. Resulta. Continuo com tosse.

Sugestão

Antes de passarem ao Anna Karenina, comecem com A Morte de Ivan Ilitch. Tem menos páginas.

Ele há coisas

Como a inveja no Facebook está a tornar os utilizadores infelizes

E eu a pensar que era a fome no mundo e as criancinhas doentes...

Odeio as segundas-feiras, basicamente


Há dias que me deprimem. E a segunda-feira é um deles. Mesmo quando se gosta do que se faz, a segunda-feira nunca é bem-vinda. Deve ser uma questão cultural ou já nascemos formatados para isso, não sei. Desde miúda que sinto este aperto. Começa como uma pontada às 18 horas de domingo, atingindo o ponto máximo às 07h30 da manhã de segunda. Sim, a tristeza também pode ter hora marcada para começar e acabar. Odeio este sentimento básico. Já tentei aliviar a dor partilhando no facebook imagens com ditos de rancor sobre a segunda-feira. Mas não funcionou. Apenas consegui chatear e deprimir aqueles com quem partilho a rede social. Felizmente, a seguir à segunda-feira vem a terça.

Já o tinha dito, mas achei por bem repetir.

sábado, 26 de janeiro de 2013

É muito triste

Acordar às 8h da manhã de sábado e ter desejado durante toda a semana dormir até às 11h da manhã. Foda-se, ninguém merece!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Crónicas do Ginásio

Enquanto esperava para fazer a reavaliação física, fiquei a observar a aula de karaté e, pelo ar de cromo dos miúdos, percebi a razão que os levou a praticar esta arte marcial.
Em relação à reavaliação física, esqueci-me que tinha que levantar as calças para me medirem a percentagem de gordura nas coxas e levei umas calças justas no tornozelo. Ou seja, o que era suposto levantar, teve que descer e as minhas cuecas não eram as mais indicadas. Parecia uma tolinha a agarrar as calças para não descerem muito e a puxar a t-shirt para não subir demasiado.

Moral da história: Não te rias do vizinho que o teu mal vem a caminho!

As moscas da fruta são umas putas!

O meio é realmente a mensagem

Segundo Marshall McLuhan, o meio não é simplesmente um canal de transmissão de mensagens. O meio é determinante para a comunicação de uma mensagem e contribui para o significado dessa mensagem. Se eu já concordava com estes ensinamentos, quando vejo mensagens em t-shirts cujo meio é o contraditório tronco que a enverga, fico com a certeza que o homem tinha realmente razão.

Já vi de tudo em t-shirts, desde forças policiais de outro continente a senhoras com mais de setenta anos a ‘garantir’ que são sexy. Contudo, o que me levou a escrever não foram estes casos, mas sim um episódio que me aconteceu no Verão passado.

Nessa fatídica tarde de veraneio, cruzei-me com um tronco adolescente e imberbe que, numa t-shirt preta e em letras brancas garrafais, passeava a seguinte mensagem: Orgasm Donor. A mensagem era clara e objectiva, mas o meio transmitia-me outra coisa: Risco de Ejaculação Precoce, não mexer!


Mais um texto adaptado do outro blogue, mas a conversa ao almoço avivou-me a memória! 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Eu quero!

Não fazia ideia que havia tanta malta a blogar sobre moda e lifestyle... Mas o que eu queria mesmo era um blogue de decoração nacional! Não quero aquelas americanadas com cornos espetados em todas as paredes, nem o estilo nórdico minimalista branco onde parece que morremos e fomos todos para o céu. E em relação às cenas recicladas, tudo o que é demais é erro. Eu não quero uma sala mobilidada e decorada a paletes, copos de iogurte, garrafas de água e pacotes de leite!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A propósito do Facebook


Não raramente, quando escrevo alguma coisa, recordo a “aula” em que nos explicaram a importância da pontuação. Não me lembro “textualmente” do texto apresentado, sei que era um testamento. Não tinha pontuação e cada herdeiro aplicava-a da forma mais conveniente. Anos mais tarde, na UBI, ou não fosse eu de comunicação, voltei a ouvir falar do tema, mas com mais conceitos para além da pontuação. Resumindo. Assusta-me não ser entendida quando escrevo, arrepia-me não ter a percepção imediata do mal-entendido. Não quero influenciar ninguém, nem quero que me odeiem. Eu não sou a maior. A maior parte das vezes, o que escrevo não tem nenhum significado para além daquilo que escrevi.

Consegui dizer o que queria dizer?

Diz não ao diminuitivo em vão!

Estou aqui para apelar ao vosso bom senso e angariar companheiros nesta luta que me desgasta. Haverá coisa mais irritante que o uso do diminutivo indiscriminadamente? Até há, dizem vocês. Mas o disparo do diminutivo em vão também causa mossa, respondo eu.

Quando, pela primeira vez, nos cruzamos com um diminutivodependente até achamos fofinho. Mais uns dias de convívio e passam a ser chatinhos.Com a passagem dos anos esta malta passa a ser ridiculamente irritante e a frustração vai aumentando com a consciência de que há ligações profissionais e familiares que não podem ser desligadas.

Por favor, meus queridos diminutivodependentes, atentem nesta informação, é para o vosso bem e para o bem de quem vos rodeia. Um problemazinho nem sempre é ‘inho’. Também não tem que ser ‘ão’ porque muitas vezes é só e apenas um problema. O gatinho, o cãozinho e o passarinho é muito lindo e valoriza a narrativa, em princípio. No entanto, descrever o resultado de um acidente alheio com a frase ‘ficaram todos partidinhos’ não só desvaloriza como retira toda e qualquer carga dramática que era suposto a narrativa ter.

Mais um que foi escrito e publicado noutro blogue. Mas como voltaram à carga, achei por bem repetir.

O homólogo nipónico a dar ideias

Ministro japonês diz que doentes idosos devem morrer para poupar o Estado

Governo pede para não adoecer