terça-feira, 12 de maio de 2015

Spam ou phishing?

Então, é assim, alguém que não conheço de lado nenhum e nem associo a nada ou a alguém que eu possa reconhecer, envia-me e-mails. Missivas que não abro porque ninguém que me conheça verdadeiramente, ousaria enviar-me e-mails com "amigos insubstituíveis" ou "Fwd: RIA SE QUISER" no assunto. Mas a curiosidade matou o gato e chegou um sem assunto, cliquei. E levei pelas trombas adentro com vários gifs animados de cariz pornográfico. Ora bem, não sou pudica e nem tenho idade para me armar em santa. No entanto, nestas coisas de ordem sexual, tenho a mania, não sei se será mau-feitio, de gostar de ser convidada. Gosto de ter uma palavra a dizer, dizer sim ou não.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos: revisão da matéria dada

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Introdução

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Capítulo 1

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Capítulo 2

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Capítulo 3

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Capítulo 4

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Capítulo 5

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Capítulo 6

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Capítulo 7

Manual de sobrevivência às férias laborais dos seus amigos | Conclusão

Não se pode ter tudo

No sábado tentei ir ao Mercado Porto Belo em Carlos Alberto. Queria ver "velharias". Perdi-me na Women'secret  e na Fnac. Nunca vou ser uma pessoa 'fixolas', nunca vou ter um grande pé-de-meia. Mas tenho cuecas muito giras e isso é de valor, não é?

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Parece-me um bom dia

Tenho sono, o meu corpo está a acusar o cansaço do fim-de-semana. Não há problema, agora já sei o que é Rock Progressivo. Continuo a não saber nenhuma letra de cor, mas sei dizer dois ou três nomes de bandas. Não fiquei fã do género, mas não odiei. Tenho as capacidades auditivas e cognitivas afectadas e o meu cabelo está tal e qual um manjerico. Creio que estão reunidas as condições para o regresso assíduo

O sonho comanda a vida?


Passo os meus olhos pelas gordas das revistas cor-de-rosa e pergunto-me: foda-se, o que se passa? Não era suposto fazerem-nos sonhar ou o caralho? Foram apanhadas pelo pessimismo? Tanta desgraça, doenças, vidas de miséria, enganos, traições e parentes na lama. Qual é ideia? Será levar-nos a pensar que “não tenho uma vida de sonho, mas pelo menos não me morreu um primo de quinto grau”. 

A minha chamada de capa favorita desta semana é: Teresa no médico do coração - saiba porquê…

Será um cardiologista?

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Vou quebrar a promessa

Prometi que iria evitar assuntos demasiado pessoais. Assuntos pessoais envolvem emoções e as emoções fragilizam-nos. Chorar significa para mim, ex Maria-Rapaz, sinal de fraqueza ou desgraça. Já estou a trabalhar nisso e conto ver (sentir) alterações até ao final do ano. Mas, adiante, vamos à razão da quebra da minha promessa. Hoje, o meu irmão, se fosse vivo, completaria 33 anos. Tenho a necessidade de manter viva a memória dele. A verdade é que começo a focar-me cada vez mais nas recordações boas do que no sentido da “minha” perda. Ao falar sobre isso com a H., chegamos à conclusão que “a perda é inevitável”, devemos libertar-nos do peso da morte e celebrar a memória da vida.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Estou?

A minha cabeça não é só para os caracóis, também a uso para os reflexos acobreados. E nada melhor que um sábado chuvoso para reforçar os reflexos. Tal como deduzi, o salão estava vazio. Mas falhou um pormenor no meu genial plano: se o salão estaria vazio por causa da chuva, a senhora também estaria sozinha. Resumindo, já sei que é viúva, tem tiróide - e não temos todos? Temos, mas não lhe disse - tem dois filhos, sei as características dos filhos e de todos os familiares até à quinta geração. 

Falaram-me de uma aplicação que simula incoming phone calls. Vou instalar.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Agora nem tuge, nem muge

Longe vai o tempo em que me convenceram a adquirir o pacote internet, televisão e telefone fixo. Lembro-me de equacionar todas as chamadas e recados importantes em potência. Ontem, por motivo de força maior e completamente desavisada, fiquei em casa. E o bicho, que costuma estar calado, não parou de tocar com o anúncio da boa nova sobre "a chegada da fibra de última geração à zona", rastreios gratuitos e estudos de mercado. Cinco telefonemas seguidos e dou comigo a pedir a Deus que me leve e me poupe a este sofrimento. Não consigo deixar de atender e não consigo desligar o telefone na cara de ninguém, mas este telefone, ao contrário dos seus antepassados, não tem descanso e não me dá descanso. Tirei-lhe o som.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Bati no fundo

Pelos amigos faço tudo, até juntar-me a um Clube de Leitura. O ponto de encontro é num bar. Menos mal. Pintar as unhas e cerveja preta são duas das várias coisas que gosto. 

Sem tempo para respirar, com isto do Clube, saltei d' "O amante" de Marguerite Duras - muito bom! Como é possível não o ter lido antes? - para "As aventuras do João Sem Medo" - gostei bastante, mas espero não ficar com mazelas desta passagem tão abrupta - de José Gomes Ferreira. Neste cenário fantasioso e surrealista, tendo em conta a época em que foi escrito, para além das interpretações óbvias e que não existe coragem sem existir medo, confesso que a minha atenção ficou presa à ‘re-fabulação‘ da Rã e do Boi - as fábulas deixam-me em êxtase, que posso eu fazer? Nada. - e o seu esforço conjunto para atingirem a igualdade. E surge a referência à individualidade e ao direito e dever de a respeitar. Não gosto de pensar no todo como "massa acéfala". Não somos, enquanto indivíduos, completamente estanques. Mas gosto de pensar no todo como um somatório de indivíduos com princípios e ideias em comum. Duas cabeças pensam melhor que uma, certo?

O livro do mês já está escolhido, "Milagrário Pessoal" de José Eduardo Agualusa. Mas antes de pegar nele, vou acabar  "O eleito" de Thomas Mann. A modos que é isto, não podendo eu ser uma pessoa brilhante, gosto de cultivar a rebeldia.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Não será uma visão do inferno, mas andou lá perto

Não tenho nada de interessante para contar. Quer dizer, uma senhora que frequenta o meu ginásio usa cuecas de algodão azul-cueca com a seguinte inscrição no traseiro: Love me tender. Pronto. Não ando a olhar para os rabos das outras. O rabo da senhora não me dava espaço de manobra para olhar para outros lados. Isso ou a minha visão periférica já viu melhores dias.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Sujeito-me ao desafio da Linda Porca...

... e seja o que Zeus quiser!

1. Escrever 11 factos sobre nós próprios.
2. Responder às perguntas que nos colocaram.
3. Nomear 11 blogs com menos de 200 seguidores.
4. Fazer 11 perguntas a esses blogs nomeados.
5. Colocar a foto do Liebster Award no post e respectiva tag.
6. Enviar o link do post a quem te nomeou.



 

1. Escrever 11 factos sobre nós próprios:

  1. Tenho boa pontaria.
  2. Nunca parti um osso, nunca fui operada, nunca fiquei internada. Fui cliente de “trauma” várias vezes em serviços de urgência. Tendo a minha mãe, com as suas próprias mãos, procedido ao meu baptismo por precaução. Não sei como não morri antes de chegar à idade adulta. Levei muitos pontos, tantos pontos quantos os necessários para adquirir hoje um smartphone sem pagar nada.
  3. Fui baptizada aos seis anos para, de acordo com a minha mãe, ter consciência do que estava a fazer. Não adiantou de nada. Continuo inconsciente.
  4. Gosto de observar e escutar as conversas dos outros.
  5. Tenho vertigens. 
  6.  “Os desastres de Sofia” da Condessa de Ségur foi a minha bíblia de infância. Aprendi e coloquei em prática muitos “ensinamentos” da Sofia, incluindo depilar as sobrancelhas.
  7. Tive os meus 15 minutos de fama aos cinco anos quando, na escola primária, soube responder à pergunta “quem é que inventou a imprensa?”
  8. Adoro arroz de cabidela.
  9. Sou a primeira a rir das minhas desgraças e faço piadas sobre isso até lhes diminuir a importância.
  10. Só discuto com pessoas que considero importantes para mim. Não perco tempo com quem não me diz nada.
  11. Analiso todos os ângulos e possíveis cenários antes de tomar uma decisão.
2. Responder às perguntas que nos colocaram.

1. Como é que vieste aqui parar? 
Não sei bem, mas penso que foi através de um comentário. E o que interessa é ter cá chegado.

2. Onde é que achas que isto vai dar?
Vai dar ao fim do mundo, tenho a certeza.

3. Diz-me como te relacionas com a bicharada.

Adoro bichos.


4. Diz-me o que é que tens à cabeceira.

Livros pela ordem que pretendo ler, um candeeiro, uma moldura sem fotografia porque gosto do objecto e uma mini Nossa Senhora de Fátima, estrategicamente escondida atrás do candeeiro,  que “herdei” e não tenho coragem de deitar fora.


5. Qual foi o momento mais idiota da tua vida?
Não assumir a realidade das coisas.

6. Qual a tua técnica preferida para sair de cena?
Depende da cena da qual preciso de sair.

7. Quando precisas mesmo de ter tomates para enfrentar uma sit, o que é que fazes?
Enfrento, caralho!

8. Tens mesmo que desligar uma chamada de telemóvel, mas a outra pessoa, com quem não tens intimidade nenhuma, não se cala. Agora conta lá.
Isso é genial, mas agora não tenho tempo. Ligo mais tarde, ok?

9. Estás aflitinho/a para cagar em plena primeira vez com alguém. Agora desemerda-te.
Despacho a coisa. É a resposta certa?

10. Vai um touro a correr atrás de ti escadas acima. O que é que fazes?
Não me parece que o touro consiga correr pelas escadas acima.

11. Conta-nos tudo, não nos escondas nada. A mim dá-me miminhos, mas graxa não, a menos que seja azul.
Nunca conto tudo. Toma lá o miminho: festas boas ;)


3. Nomear 11 blogs com menos de 200 seguidores.

Não vou nomear ninguém, as correntes quebram sempre em mim, não valho nenhum. 

4. Fazer 11 perguntas a esses blogs nomeados.

Não nomeio, mas pergunto:
  1. De que cor era o cavalo branco de Napoleão?
  2. Quem de vinte cinco tira, quantos ficam?
  3. Branco é, galinha o põe?
  4. Qual é a coisa, qual é ela, que mal entra em casa se põe logo à janela?
  5. Que é que antes de o ser já o era?
  6. Uma meia meia feita, outra meia por fazer, diga-me lá minha menina, quantas meias vêm a ser?
  7. Dez meias pretas e dez meias brancas dentro da gaveta. Sem olhar, quantas meias são precisas tirar para fazer um par?
  8. Qual é a coisa, qual é ela, que entra pela porta e sai pela janela?
  9. Que é que é que quanto maior é menos se vê?
  10. Um tijolo pesa um quilo mais meio tijolo. Quanto pesa o tijolo?
  11. Cinco patos e cinco patas, quantas patas são?
 Está bem assim, companheira?

terça-feira, 7 de abril de 2015

A legenda da imagem: Tarde Bollycao® no Escritório


A H. enviou-me a imagem. E qual é o pensamento que me vem à cabeça? Tarde bacanal no escritório: os colegas são tão bons colegas que as colegas preferem entreter-se entre elas. Vidas.

Não, obrigada

 
É notícia velha, mas apetece-me escrever sobre ela. Aborrece-me esta coisa da igualdade em coisas parvas. E esta é uma delas. Perdoem-me as "modernaças", eu não quero libertar os meus mamilos da carga erótica. Eu quero-os sexualizados. Eu não quero andar em tronco nu. Aliás, à luz da semiótica popular, tenho bons motivos para não o fazer. Na primeira e única vez que fiz topless, apanhei um escaldão que nem é bom lembrar. Jurei que nunca mais. Se nesse dia calhasse ter um acidente, não precisaria de usar colete. Bastava despir a camisola. E isto só pode ser um sinal para manter as miúdas tapadinhas.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O poder da palavra - 2

- Tens uma linguagem demasiado erudita!
- Eu sei. Não consigo evitar. Por isso digo palavrões, é para atenuar.

O poder da palavra - 1

O meu pai fez parte de uma confraria religiosa que, para além de outras coisa, visitava estabelecimentos prisionais. Um dia, o meu pai, pediu-me que o desenrascasse. Tinha que escrever um texto sobre o que significava para ele a visita aos presos. Escrevi, pai é pai e o homem não tem jeito. Estas coisas iriam ser lidas num retiro - a minha família não é normal - e quando regressou, disse: ò rapariga, que foste tu escrever! Ficou tudo com a lágrima no olho. 
E o que é que eu aprendi com este episódio? Que há qualidades que os filhos vão buscar às mães. Ao meu pai fui buscar o amor pelos animais. Partilhamos esta ligação especial que, às vezes, nos faz preferir a bicheza às pessoas.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Capítulo XI - A chave

Trailer - Palmier Encoberto
Prólogo - Xilre
Capítulo I - Calma com o andor
Capítulo II - Dúvidas Cor de Rosa
Capítulo III - A Mais Picante
Capítulo IV - Mirone
Capítulo V - Pasme-se quem puder
Capítulo VI - A Uva Passa
Capítulo VII - Kiss and Make Up
Capítulo VIII - Amor Autista
Capítulo IX - Talqualmenteoutro 

Capítulo X - Linda Porca

C H A V E - curioso, sempre pensou que fosse com X como o “axo” das mensagens que troca com Carlos. Deteve-se pouco com este pensamento, o ecrã pedia-lhe uma fotografia de perfil. Olhou em volta. Procurou ideias nos borrões de Rorschach das paredes carunchosas. Paredes tão carunchosas como a velha que lhes ofertara a cama. A cama que agora era a ilha dos amores. É isso! - pensou, inseriu as palavras “mulher” e “Camões” no campo de pesquisa. Escolheu a mais loira e a mais jovem imagem que lhe apareceu.

Filhos. Amor. Carlos. Era sobre isso que ia escrever, estava pronta. Começou a juntar as letras, mas, delete-delete-delete, não lhe saía nada de jeito. Só conhecia os filhos dos outros que poderia dizer sobre a parentalidade? Nada. “Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Decidiu avançar para o amor e seleccionou o tema no Citador. Começou pelas frases mais pequenas - “Ama-se quem se ama e não quem se quer amar”, “O único antídoto contra a morte, a idade, a vida vulgar, é o amor”, etc. -, apontou-lhes o autor, ajeitou as imagens em cor-de-rosa e clicou compulsivamente no publicar. Feito. Agora, agora era a vez de Carlos:

Carlos e eu, Eduarda, nascidos e criados na Maia. Tantas vezes despejados e tantas outras regressados, regressados como filhos pródigos. Não fossem os entraves do pai dele e da minha mãe e o amor teria mais anos, menos interrupções. Almas gémeas, é isso que somos, metades de um todo. Tão parecidos como a farinha do mesmo saco ou produtos do mesmo molde. E não é comum duas pessoas darem-se tão bem. Há irmãos que não se dão tão bem, são como Caim e Abel...

Parou de escrever. Incomodou-se com as linhas demasiado fraternas. Recuou alguns anos. Precisava de ter a certeza. Sentiu que para avançar, teria de matar ou morrer. Será esta a chave?

terça-feira, 17 de março de 2015

Não faz sentido

Isto é assim, comecei o blogue porque queria escrever o que me apetecesse. E se a ideia inicial não implicava contar coisas da minha vida, acabou por acontecer. Andava feliz e contente com a sensação de dizer ao mundo e não dizer a ninguém simultaneamente. Assustei-me quando recebi o primeiro comentário de alguém que não conhecia. Mas sosseguei. Gosto de contar histórias, talvez não as escreva da melhor maneiraJá me arrependi de algumas coisas, não as vou apagar. Tenho algumas em rascunho e apetece-me ir embora.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Nem sempre, nem nunca

Fui almoçar fora. Fui a pé, fica a duas ou três passadeiras de distância. Ainda não me tinha aproximado de uma das passadeiras quando reparei que no meio da estrada estava um senhor já com uma certa idade e com duas muletas. Todos os carros que apareciam, paravam para o deixar passar. Mas o senhor mandava avançar insistentemente. E eles, esperavam uns segundos, acabavam por avançar. Até que chegou um que não avançou. O senhor lá desistiu, começou a atravessar muito lentamente e, ao mesmo tempo, dizia: já não basta chegar a este estado e ainda ser humilhado! Embora não o aceite totalmente, consigo perceber a atitude do senhor, deve ser fodido perder capacidades e estar consciente dessa perda. Ninguém gosta de ser visto como um coitadinho e de não ser visto para além dessa incapacidade. Mas a verdade é que também precisamos de algum mimo e cordialidade. Se eu fosse o condutor, também insistiria para ele passar. Não seria por desrespeito, seria por respeito, seria porque gostava que fizessem o mesmo ao meu pai ou a mim quando chegar a altura.

Sem noção

Quem sou eu para avaliar a noção do ridículo dos outros? Ninguém. Mas uma pessoa não é de ferro e saem-me barbaridades pela boca fora. Felizmente estou longe porque seria capaz de as verbalizar cara a cara. Sem dó nem piedade. Começaria assim: Ò mulher, orienta-te! Provavelmente perderia os dentes da frente. Mas ia ser divertido. Isto de manter a dentição não depende só de uma boa higiene oral e visitas regulares ao dentista. Pesa também a distância entre duas pessoas.

"Just Like Heaven"

Março, tanto durmo como faço. Sair (quase sempre) com a luz do dia. Trinta a quarenta minutos com os meus pensamentos e com a banda sonora escolhida por mim. Parar, desligar o carro, esperar que a música acabe, entrar em casa e fechar a porta ao mundo.