- Passavas bem por tia se não fossem os palavrões.
- Achas?! Foda-se...
- E sem as tatuagens!
- As tias também têm tatuagens...
- Tens golfinhos, estrelas ou unicórnios?
- Não...
- I rest my case.
segunda-feira, 31 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Nunca voltes ao lugar onde já foste feliz
Depois de tanta publicidade,
regressamos ao prego com mais um. E correu mal. Felizmente a ideia não era
impressionar porque se assim fosse, estava fodida. No acto do pagamento, referi
a diferença entre o bife de hoje e o da semana anterior exibindo a fotografia
como prova. A senhora desculpou-se e disse-nos que a cozinheira era a mesma.
Chegamos à conclusão que a cozinheira até podia ser a mesma, mas a vaca é que não!
Abordagens germânicas
Só aguento um alemão de cada vez
e se é para foder-me... lamento, a Merkel está primeiro!
quinta-feira, 27 de março de 2014
Aromoterapia ou qualquer coisa deste género
Pedi ao meu sobrinho para passar no "chinês" e comprar incenso para o Buda. O miúdo trouxe-me este. Não sei se preciso ou não. Mas de certeza que resulta, ninguém aguenta tamanha intensidade de (mau) cheiro nem o mais poderoso mau-olhado!
O rapaz desculpou-se, disse que foi à sorte que escolheu. O único que escolheu de propósito foi o de canela que está indicado para o amor, paz e dinheiro. Curiosamente cheira ao mesmo que o do mau-olhado, espero que não provoque confusões nos destinatários. Mas por 50 cêntimos a embalagem não posso exigir muito. Ao menos que acerte na paz e no dinheiro porque neste momento o que eu mais quero é que o amor se foda.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Lembras-te?
As férias eram passadas em casa dos avós. Era, e ainda é, uma casa de pedra, isolada e junto ao Douro. Ali, apesar de fechados do resto do mundo, aconteciam muitas coisas. A reunião, para preparar as traquinices do dia, era feita em cima da laranjeira que também dava tangerinas e limões. Naquela árvore foram planeados muitos raptos de galináceos. Mas a avó foi sempre um entrave ao nosso sucesso como raptores. Valeram as laranjas e tangerinas porque desta vida só se leva o que se come e o que se bebe.
terça-feira, 25 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
Aprender novas línguas
A minha professora de literatura encontrou o erro do meu discurso escrito: narrativa com linguagem própria da oralidade. Os anos passam e não consigo esquecer a frase. Não me importava nada de ter uma espécie de amnésia selectiva e apagar da memória merdas que não merecem a pena ser lembradas.
Este título também dava para ilustrar a noite de sábado. Mas a S. diz que é melhor não contar.
Este título também dava para ilustrar a noite de sábado. Mas a S. diz que é melhor não contar.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Say muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuú!
Não consigo deixar de gostar de carne. Gosto, o que posso eu fazer? Para mim, não há nada melhor que um prego em pão. E o bife tem estar mal passado! Ver o miolo do pão ensanguentado estimula-me. Sorry, I'm not sorry!
Também gosto de cerveja preta. Mas não vou falar sobre isso porque já me apelidaram de princesa.
terça-feira, 18 de março de 2014
Música para os meus ouvidos
A música conquista-me pelo ouvido. É a sonoridade que me agarra e
atribuo-lhe um significado. Mas depois, quase como fazemos com as
pessoas passada a primeira empatia, pesquiso a letra e às vezes sinto-me
enganada. A sonoridade transmitiu-me a mensagem errada. Damn it!
segunda-feira, 17 de março de 2014
Ridículo.
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| http://dogshaming.tumblr.com/ |
quarta-feira, 5 de março de 2014
Paciência!
Este ano, tenho de confessar, estive quase para sambar no carnaval. Mas, com esta chuva toda, a tanga não enxugou a tempo. Paciência, fica para o ano.
segunda-feira, 3 de março de 2014
Há algum psicólogo na casa?
No sábado fui ver/ouvir Adolfo Luxúria Canibal a "meter" música no Armazém do Chá. E esta é a música que não me sai da cabeça. Não faz sentido nenhum porque nem sequer a ouvi no sábado.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
When they kick at your front door, How you gonna come?
Quando enfrento adversidades - caralho, eu sei que há situações piores. Mas deixem-me reagir como se fosse o fim do mundo! - há uma música que não me sai da cabeça.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Tradição é Tradição
Nunca vi nenhum filme indiano. Mas por causa do tradição é tradição
- eu sei, é uma família paquistanesa -, a cena em que os irmãos estão a
limpar o terraço e desatam a cantar, às vezes também me sinto num filme
indiano. Trago a música na cabeça, estou a cantarolar mentalmente e,
sem dar conta, a voz sai-me pelos lábios. Normalmente, apercebo-me da
situação quando vejo que está toda a gente a olhar para mim. Paciência.
Não acontece muitas vezes e a altura pior é o Natal.
Costumo soltar um "the hills are alive with the sound of music" quando recebo boas notícias ou quando acontece alguma coisa boa. É quase como um "isso é música para os meus ouvidos!".
Costumo soltar um "the hills are alive with the sound of music" quando recebo boas notícias ou quando acontece alguma coisa boa. É quase como um "isso é música para os meus ouvidos!".
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Tentativa e erro
Assumo os meus erros. Errei várias vezes e há erros que cometi com
atenuantes. Nunca dei os meus erros a ninguém. E não posso aceitar que
despejem erros nas costas de outros.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Brutaliza-me
São os meus olhos ou a noite portuense
está diferente? Um, espeta-me um dedo na orelha, pergunta-me se estou a
sentir alguma coisa e diz que tenho ar de geek. Outro, tira-me os
óculos, diz que sou bonita sem óculos, mas os óculos dão-me um ar de
actriz porno. Resumindo, tenho que mudar de óculos, vou procurar uma armação mais
objectiva e menos ambígua.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Foda-se
Falta-me falar para sentir melhor. Se o fizer, estrago tudo. É isso que eu sinto. É fodido guardar toda esta agressividade dentro de mim. O coração tem razões que a própria razão desconhece. Mas é à razão que eu vou dar ouvidos.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Lá terá de ser
A minha mega amiga H. foi mãe. E eu acho que a maternidade está a amolecê-la. Puxou-me as orelhas, diz que estou a foder o anonimato e que fui um bocadinho violenta. Vou ter que editar o texto porque não consigo desobedecer a uma mãe.
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