sexta-feira, 31 de maio de 2013

Não estou entendendo

Sempre que o homem me fode a cabeça com assuntos que não me interessam, aviso:

- Quando fores com o caralho, arranjo um gajo mais novo! Um que tenha menos 10 anos do que eu! Um que esteja caladinho e que só fale com autorização. Não precisa de saber nada sobre carros porque é para essas merdas que eu pago ao Manel. E não tem que me levar a almoçar ou jantar fora, se eu quiser comer fora, vou sozinha. E quero lá saber da qualidade, chega-se a uma idade e o que importa é a quantidade de vezes (referência subtil ao acto sexual). 

Normalmente, a coisa acalma e 10 minutos depois já nem me lembro do que ele disse e do que eu disse.

Ultimamente, no ginásio, tenho sentido a presença muito próxima de um puto que por lá anda. O miúdo deve ter vinte anos, mas está bem nutrido. Parece um armário e também fala como um armário. Vou para a passadeira, o miúdo escolhe a passadeira ao lado para correr. Vou à aula de flexibilidade e o o rapaz não só vai à aula como me cede a passagem para entrar na sala. Sinceramente, não sei qual é a mensagem que o universo me está a tentar passar. Estará a oferecer-me de bandeja um substituto? Quer-me mostrar que a juventude alheia não é solução? Ou o miúdo é educado e trata bem as pessoas mais velhas tal como a mãezinha lhe ensinou?

quinta-feira, 30 de maio de 2013

A austeridade do Verão

As obras ainda não terminaram e não vejo jeito de mudar de casa tão cedo. Já vos tinha dito que tenho a roupa de Verão desde Novembro em caixotes? Já, já tinha dito. O que à primeira vista parecia uma conspiração do universo contra mim, mas, tendo em conta as últimas notícias, afinal não o é. É uma tentativa do universo de me poupar o sofrimento: longe da vista, longe do coração.

Vem aí o Verão mais frio dos últimos 200 anos

Conjuga-mos

Ontem, não fui ao ginásio.
Hoje, não vou ao ginásio.
Amanhã, não irei ao ginásio.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Revista de Imprensa

A história está na secção do Mundo Insólito do Jornal de Notícias, o que, por si só, não abona em nada a veracidade da história. Mas o que me incomoda nem é o episódio ser uma grande tanga. Chateia-me a fotografia que publicaram de um urso. Podiam ter arranjado uma melhor, caramba. Urso tem os dentes em mau estado, é verdade que já vi dentição pior ou até mesmo a falta dela em pessoas. E mais vale ter dentes estragados do que nenhuns, mas, mesmo assim, podiam ter-se esforçado um bocadinho mais. Paciência, valem os comentários à notícia sobre o pastor bósnio que afirma ter morto um urso-pardo com as próprias mãos utilizando uma manobra de luta conhecida como "bear hug" (abraço de urso). 


Permanecer positivista

Manter as expectativas baixas anula as frustrações, mantém-me longe das desilusões e, às vezes, até sou surpreendida. E fico feliz. Por exemplo, a comida da cantina, nunca estou à espera de algo arrebatador, mas, de quando em vez, lá aparece alguma coisa fantástica. E fico feliz.

Valorizo as pequenas coisas porque, apesar de três ou quatro grandes coisas, a minha vida é feita de pequenas coisas. Já estou habituada. 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Universo, porque me odeias?

Eu não precisava de saber que o carro tem um radiador e que há um líquido para o radiador, pois não? Não, não precisava. Mas a vida assim o exigiu e a necessidade faz o conhecimento.

(Eu também tenho o meu lado dramático)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Sem assunto

Não vi o Splash! Celebridades e também não vi o Big Brother Vip. Para o bem e para o mal, não tenho tema de conversa. Bolas!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Crónicas do ginásio: eu não cheiro bem

Não sou conhecia pelo meu olfacto, aqui pesa o facto de eu fumar. Não cheiro bem, que é como quem diz, tenho dificuldade em sentir aromas. Não é coisa para me incomodar, normalmente considero um bênção ter um sentido de olfacto pouco apurado. Basicamente, para conseguir cheirar, tem que ser mesmo um cheiro forte. E há um gajo no ginásio que cheira mal que tresanda. Eu sei, eu sei, é uma utopia pensar num ginásio com pessoas cheirosas. Mas, caralho, nem tanto ao mar e nem tanto à terra. Há que haver o mínimo de cuidado, não vou falar da alimentação e que nós somos o que comemos e que por isso cheiramos ao que comemos, bastava passar o desodorizante nas axilas antes de abandonar o balneário. Eu nem sei como é que os outros conseguem estar ao pé dele sem um pestanejar de olhos, sem um esgar ou torcidas de nariz. Para eu sentir o fedor é porque ele é mesmo intenso. Das duas uma, ou o cheiro é da minha imaginação ou aquilo no ginásio é malta forte que aguenta tudo e estoicamente. 

(Ontem safei-me de fazer abdominais ao lado do mal-cheiroso, mas Deus não me deixou impune e logo à entrada no balneário tive uma visão dos infernos)

Não levantarás falsos testemunhos


A propósito desta imagem, ontem, a minha amiga H. disse: que Deus me perdoe, mas o puto é feio para caralho! Concordei com a declaração de ‘feiosidade’ do puto e lembrei-me de um episódio que aconteceu há uns dias atrás. Uma moça que trabalha comigo trouxe o bebé, que está a fazer um ano, para nos mostrar orgulhosamente a evolução do rebento. Vai daí, o miúdo é feio. Não disse nada em relação à beleza porque sei comportar-me bem socialmente. Não sei mentir, mas até teci elogios rasgados como "está tão grande", "é tão esperto", "é despachado" e "é simpático". Apesar disso tudo, uma pessoa não é de ferro e assim que ela saiu tive que o dizer: foda-se, o miúdo é feio! As minhas colegas, em tom reprovador, disseram: não digas isso que deus castiga-te!

Deus castiga-me?! Deus castiga-me como?! Dá-me um filho feio ou, como diz a minha amiga Saloia, despenteia-me?! Se algum dia tiver um filho e se este for feio, gostarei dele e para mim será bonito e farei a mesma figura das mães de filhos feios. Mãe é mãe. Qual é a crise? Para mim não é nenhuma.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

Não come, mas areja

The Exorcist

Para o que lhe havia dar. Se alguém vomita, fica com a batina arruinada. E isso é possível acontecer, eu vi o filme!

Que se foda!

Não posso ser explícita sobre o que faço porque acertavam à primeira ou erravam redondamente. Qualquer uma das opções seria desastrosa. E sempre que insiro aqui alguma informação pessoal, umas vezes mais disfarçadamente do que outras, reflicto um bocadinho antes da publicação. O problema não está nos que me conhecem bem ou nos que não me conhecem. Está sim, por exclusões de partes e não é preciso grande raciocínio lógico, naqueles que apenas me conhecem.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O fds passa a correr, pá!

Este fim de semana foi repleto de, ora bem, emoções. Tivemos a Eurovisão e finalmente Portugal conseguiu não ficar nos últimos lugares, o que me parece ser claramente uma vantagem da não participação portuguesa. O mesmo não poderá dizer o Reino Unido e a Bonnie Tyler. O meu FCP sagrou-se campeão. O povo dos Globos de Ouro estava deliciosamente ridículo e a mostra de mamaçal dava para todos os gostos. Não tive tempo para ver o Big Brother Vip, mas já li comentários que dizem que a saída Nucha e da Liliana tornam o programa "dessinteressante" e sem "couteúdo".  E, por último, mas não menos importante, trouxe o Mantorras para fazer a recuperação cá em casa. Os meus cães estão desconfiados, mas estão a tolerar bem a presença do felino.

A propósito dos Globos de Ouro V

Raimunda: feia de cara e boa de bunda... ou talvez não!



A propósito dos Globos de Ouro IV

"Ai credo que já é tão tarde, deixa-me levantar, levo qualquer coisa por cima e ponho os pés ao caminho!"


A propósito dos Globos de Ouro III

É um pássaro? É um avião? É uma velhinha? Não, é a Joana Santos.


A propósito dos Globos de Ouro II

Cocoon - O Regresso



A propósito dos Globos de Ouro I

Fiel leitora, para não dizeres que não te ouço, cá vai um vestido dos Globos de Ouro. 

Barbie Malibu


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Para existir é preciso ter nome

Tenho uma dúvida: Devia ter iniciado com uma publicação sobre a razão de existir do blogue? Tenho que falar em devaneios ou em delírios incongruentes como contribuidores dessa razão? É que eu não sei dar respostas concretas. Isto é assim, eu sei de onde venho e sei que assim que puder vou para casa, mas acho que não vale a pena ir por aí.