segunda-feira, 6 de maio de 2013
My lucky number is one
Se a perfeição é par, prefiro o imperfeito. Tenho uma predilecção por números ímpares.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
A propósito de bons conselhos
Gwyneth Paltrow aconselha casais que estão a discutir a fazer sexo oral
E até vos digo mais, se as pessoas fizessem mais sexo oral, não havia tanta guerra e o mundo seria bem mais sossegado e silencioso!
E até vos digo mais, se as pessoas fizessem mais sexo oral, não havia tanta guerra e o mundo seria bem mais sossegado e silencioso!
Penso, logo existo
Como não me considero uma inteligência acima da média, logo lido com pessoas muito burras.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Era para ser mas ainda não foi desta
Tinha pensado em escrever sobre dois dos meus ódios de estimação: o uso abusivo das reticências e a exclamação múltipla. Mas vai ter que ficar para uma próxima vez.
terça-feira, 30 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Shit happens
Hoje, ao entrar no parque de estacionamento, testemunhei um velhote a derrubar a barreira do parque com o seu papa-reformas. Enquanto tentava encaixar de novo a barreira, o senhor dizia, em sua defesa: Eu não vi esta merda, caralho...
Nem sempre é fácil dormir
Não costumo sonhar com frequência. Sonhar a dormir não é o meu forte, mas tenho alguma experiência em sonhar acordada. Mas até prefiro que assim seja, a última vez que sonhei diariamente e intensamente durante o sono foi quando tentei deixar de fumar através da toma de comprimidos. Depois li as notificações de casos e pensei, tendo em conta os prós e os contras, o meu futuro assegurado e risonho passa por continuar a fumar.
A tendência para nos lembrarmos só das coisas más também se aplica ao sonhos. Não me lembro de nenhum sonho agradável, só me lembro dos três sonhos que tenho com frequência:
- Perder os dentes todos;
- Subir escadas em caracol com degraus em falta;
- Estar na iminência de abraçar o meu irmão e não conseguir finalizar o abraço.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Big Brother Vip
SOCORRO! Começaram as conversas ao pequeno-almoço e eu não sei nada sobre o assunto e nada sei sobre os intervenientes.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
O calor estupidifica-me
O sol e o ar quente destes últimos dias já só me faz pensar no Verão. Já me imagino bronzeada e a passar os olhos pelas revistas dos corpos esculturais nas chamadas de capa. Eu sei que parece futilidade, mas não vou argumentar, não me apetece entrar em discussões platónicas sobre a estética do belo e do útil.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Eu gosto é do Verão!
Não devo ser a única a ficar com um sorriso parvo face aos raios solares. Gosto muito do Verão e do calor, mas inibo-me de o dizer muitas vezes. Sinto que há um preconceito com as pessoas de Verão. E eu própria cultivo esse preconceito. As pessoas de Inverno ou de Outono parecem ser intelectualmente mais interessantes. Nestas estações, as leituras e outras actividades ditas culturais são mais aprofundadas. O tempo não permite exteriorizações e somos como que empurrados para essas coisas. E, lá está, há quem goste de as fazer e quem as faça por não poder fazer outras coisas. As pessoas de Verão são mais alegres, fazem coisas leves e parecem tontinhas. Esta teoria sobre as diferenças tem a sua piada, mas não faz sentido nenhum. Porque, verdade seja dita, não a consigo aplicar a ninguém que eu conheça. Ou seja, onde é que eu fui buscar esta ideia sobre as pessoas de Verão e as pessoas de Inverno?
terça-feira, 16 de abril de 2013
Give World Peace a chance
Apresentar um mega pição em esferovite com acessórios acoplados como instalação artística e esperar as devidas derivações que daí possam advir é assim tão descabido? Eu penso que não e conheço mais duas pessoas que concordam comigo.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Uma questão de lógica ou logística
Era suposto as obras já terem terminado e as mudanças para a nova casa já estarem acabadas. Mas as mudanças ainda não começaram, nem tenho previsão para o final das obras. Desde Novembro que tenho a roupa de Verão encaixotada e, infelizmente, ainda não foi precisa. E tudo estaria bem se certa e determinada pessoa não fosse a trabalho para os lados da América Latina. O facto de ter sido alertada aquando do encaixotamento do vestuário para separar individualmente a roupa, piora um bocadinho a situação. Ou seja, separar as minhas coisas e as coisas dele, foi uma sugestão que me pareceu parva na altura, vamos os dois para o mesmo lado, não fazia sentido separá-las. Também não queria que ele se sentisse diminuído por eu ter mais caixotes do que ele. Como a culpada da situação sou eu e como não ficaria sossegada com o cenário final da busca pelas t-shirts e calções de banho, ofereci-me para preparar-lhe a mala. Graças a Zeus que é só uma semana.Consegui encontrar as t-shirts e só precisei de abrir cinco caixotes! Homem, já poderás andar em manga curta na América Latina. Também levas na mala não um, mas dois calções de banho.
Estou a contar com a generosidade dele na retribuição do meu empenho.
Estou a contar com a generosidade dele na retribuição do meu empenho.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Eu quero ver isto!
Começo a duvidar seriamente da minha sanidade mental. Penso que a causa para esta irracionalidade é a privação prolongada de raios solares.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Crónicas do ginásio
Através da observação e da experiência cheguei às seguintes conclusões:
- Nunca conseguirei fazer 30 minutos de abdominais sem parar.
- A maioria dos clientes tem entre 20 a 25 anos de idade.
- A maioria dos clientes não usa roupa interior adequada para a prática do exercício físico. Principalmente os clientes masculinos que estão sempre a desentalar a genitália.
- Os adolescentes gostam de ver os seus músculos reflectidos nos espelhos e esquecem-se de que estão rodeados por outras pessoas e que deviam arranjar um quarto para eles e para os músculos.
- As clientes da minha faixa etária usam roupa com o tamanho errado. Eu sou uma delas, uso roupa com dois números acima. Mas há quem use números abaixo e é arrepiante assistir ao espectáculo de corsários a descer e camisolas a subir com uma regueifa asfixiada pelo meio.
Pronto, a modos que é isto. Agora, vou tentar relacionar estas conclusões.
- Nunca conseguirei fazer 30 minutos de abdominais sem parar.
- A maioria dos clientes tem entre 20 a 25 anos de idade.
- A maioria dos clientes não usa roupa interior adequada para a prática do exercício físico. Principalmente os clientes masculinos que estão sempre a desentalar a genitália.
- Os adolescentes gostam de ver os seus músculos reflectidos nos espelhos e esquecem-se de que estão rodeados por outras pessoas e que deviam arranjar um quarto para eles e para os músculos.
- As clientes da minha faixa etária usam roupa com o tamanho errado. Eu sou uma delas, uso roupa com dois números acima. Mas há quem use números abaixo e é arrepiante assistir ao espectáculo de corsários a descer e camisolas a subir com uma regueifa asfixiada pelo meio.
Pronto, a modos que é isto. Agora, vou tentar relacionar estas conclusões.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Eu gostava de ser mais feliz na cantina
Hoje, na cantina, pedi fêvera grelhada com massa mas o que me apetecia dizer era:
- Dê-me a puta da fêvera com a merda da massa que o caralho da carne com grão já teve dias melhores.
Diz que vem sol e calor na sexta-feira
Queixei-me, disse à minha amiga H. que estava sem condições anímicas para continuar. O cinzento de Março tingiu o mês Abril e sinto-me a deprimir. Preciso de sol como de pão para a boca. A H. não me deixa desistir, mandou-me correr e bater a todas as portas da imaginação. Tenho que bater punho em busca da inspiração, não posso contaminar a sociedade com energias negativas. E agora nem sei por onde começar. Correr, bater portas, bater punho ou as três simultaneamente? Paciência, que se fodam as energias negativas. Vou deixá-las andar.
terça-feira, 9 de abril de 2013
I fought the law and the law won
Faço este caminho há sete anos. Sou uma pessoa de hábitos e ir do ponto A
ao ponto B é uma rotina que faço sem alterações. Não o sei fazer de
outra maneira. Ou melhor, não o sabia fazer de outra maneira até hoje.
Quer dizer, o mais provável é, se isto voltar a acontecer, entrar em
pânico outra vez. Porque, enquanto escrevo, estou a lembrar-me de várias
situações pelas quais já passei e que envolveram cortes de estrada que
me obrigaram a ir por caminhos nunca antes navegados, mas que me levaram
a bom porto. No entanto, hoje foi especial. Tive direito a um puxão de
orelhas da autoridade. Pedi desculpa, dei o braço a torcer face aos
argumentos apresentados: "é grave, desrespeitou a sinalização", "os
senhores condutores saem de casa em piloto automático" e "se estivesse
aqui um buraco?". Depois, deu-me as indicações necessárias e ajudou-me a
voltar ao caminho. Cheguei ao ponto B sã e salva com um atraso de 15
minutos. Não foi mau. A minha faceta de drama queen já me estava a enfiar nos calabouços por muitos anos e sem apelo nem agravo.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Apanhados do clima
Também tenho o direito de ser chata. E chateia-me esta chuva toda. Sou pessoa para aguentar o calor extremo, mas a chuva dá cabo de mim e arruína por completo a minha disposição.
Já estou farta de botas.
Já estou farta de botas.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
É uma obsessão, eu sei. Mas não posso fazer nada
Há duas coisas que eu detesto no ginásio. Uma é a banda sonora que lá passa e a outra é o exercício físico. O que é que eu ando lá a fazer? Ora bolas, ando a tentar minimizar os estragos futuros de uma vida sedentária. Não se esqueçam que quero ir a Benidorm pelo meu próprio pé.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Bater Punho
Lembro-me de, há alguns meses atrás, partilharem o vídeo até à exaustão
como se ele fosse o Messias. Lembro-me de clicar para visionar o vídeo e
confrontar-me com uma evangelização demasiado barulhenta. Desculpem-me
se não consigo ver além, mas para mim "bater punho" é uma actividade
lúdica, auto-infligida e masculina que em nada tem a ver com empreendedorismo.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
1, 2, 3, som, som
Gosto da sonoridade de algumas palavras. Gosto dessas palavras isoladas sem ter em conta o seu significado avulso ou contexto para serem utilizadas. Há palavras que me sugerem outras e entro num jogo de palavras sem nexo para os outros, mas com significado para mim. Sinto uma uma compulsão fonética e tenho que as verbalizar, não chega pensar nelas. Tenho feito um esforço para tentar utilizá-las coerentemente e em frases completas. "Centauro" foi uma das palavras que mais trabalho me deu, mas consegui. Já aleguei padecer do síndrome de Tourette quando o chorrilho de palavras envolve palavrões. Tento que tenham algo em comum, seja a sonoridade ou o significado. É certo que às vezes invento palavras. Nem sempre é bonito, nem sempre é engraçado. Há quem o tenha feito muito bem, há quem o faça muito bem, há quem seja ridículo e há quem nos deixe sem palavras, but not in a good way.
"Há mar e mar, há ir e voltar "
Alexandre O'Neill
terça-feira, 2 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Visão dos infernos
Eu não quero saber se é verdade ou se é mentira. Eu não quero ver fotografias da jovem Merkel nua. Já tenho traumas suficientes com a minha nudez, não preciso de me traumatizar com a nudez da chanceler.
Agora que falei no assunto, pergunto-me se o corte à tigela também se aplica na zona púbica?
Agora que falei no assunto, pergunto-me se o corte à tigela também se aplica na zona púbica?
A propósito dos dias grandes
Agradam-me os dias maiores, mas, confesso, a dessincronização trazida pela mudança da hora irá afectar-me durante alguns dias.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Julgar a revista pela capa
Um dia destes que não hoje, talvez o faça para a semana, procederei à análise de capas das revistas cor-de-rosa. Normalmente só tenho acesso às capas porque recuso-me a gastar dinheiro neste tipo de publicações. Não posso falar em publicidade enganosa escarrapachada na capa, mas que há um exagero na escrita das chamadas da capa, há. Sei estas coisas porque leio as revistas à borla no dentista e no cabeleireiro. E o melhor local para as ler é no cabeleireiro, tem as edições da semana. No dentista, a coisa anda mais atrasada. Mas também são úteis para perceber como funcionam as revistas e basta ver a capa para perceber o que vai lá dentro: o drama de uma estrela ou VIP chunga é um drama relativo.
Venha quem vier e haja o que houver
Fica aqui a promessa, amanhã, se Deus quiser e a vizinhança deixar, dormirei até que as costas me doam.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Conta-me como foi nas Fontainhas
![]() |
| Foto: JMMGomes |
A minha irmã reunia o consenso de todas as velhotas: era a criança perfeita! Inteligente, calada, doente, não corria e não suava. Por mais que tentasse, não as conseguia cativar. O meu cadastro infantil apresentava duas inundações provocadas antes dos cinco anos e em domicílio alheio.
Havia a Dona Teté. Não morava nas Fontainhas. Morava na Alexandre Herculano. Não morava numa casa com quintal. Morava num apartamento com marquise. Uma coisa estranha para mim. Mais estranho ainda era ela chamar o Sr. Alves por “Sr. Alves”. Nunca o conheci pessoalmente. Só passado uns anos é que compreendi porquê. Eu não sei qual era a origem do senhor, só sei, ou melhor, juntei o 1+1 e perguntei à minha mãe: a dona Teté era a ‘outra’! Apesar de todas as senhoras irem à missa, não havia nenhuma que condenasse a Dona Teté. Aliás, ela só não alinhava na sueca porque não sabia jogar.
A dona Laurinda, a que usava peruca e bebia uns copos, tinha um filho e uma nora. Nunca os vi. A peruca era preta e, com o passar dos anos e o aumentar da dose, era-lhe cada vez mais difícil manter a dita no sítio. O cabelo dela era completamente branco, mas tinha cabelo. Podiam ter avisado a senhora que pintar o cabelo era o mais adequado à condição dela. Na altura o meu pai tinha galinhas. Quando tinha um galo, a dona Laurinda não podia saber. Eu e a minha irmã éramos treinadas para enfrentar o interrogatório mais insistente. A senhora adorava cabidela de galo. Quando tomava conhecimento da existência do galináceo, este, invariavelmente, ia parar ao tacho. A dona Laurinda era muito insistente, chegava a oferecer 5 contos pelo bicho e pela almoçarada lá em casa.
Já há algum tempo que não repescava nada do antigo blogue, mas, ao ler Demolições na escarpa após derrocada, lembrei-me das Fontainhas.
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Porque hoje é segunda e sexta é feriado
Como dar um nó cego no cérebro de um empregado de mesa:
- É para pagar tudo junto, é separado?
- Sim, tudo junto é separado. Separado é tudo junto.
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Quando eu for grande
Nos dias em que me sinto mais cansada, refugio-me no meu sonho de velha. Eu sei que há quem tenha sonhos de criança a realizar num futuro mais próximo, mas eu tenho um sonho para quando for velha. Sonho com o dia em que vou poder estourar o guito do PPR em Benidorm, anseio estender a minha pele encarquilhada ao sol e besuntar-me com uma mistura de bronzeador de monoï e remongel. E beber cerveja, não quero bebidas estranhas com sombrinhas. O meu campo de visão já não será grande coisa e não quero lesionar-me.
Nunca fui a Benidorm, mas as velhas dizem bem daquilo.
Nunca fui a Benidorm, mas as velhas dizem bem daquilo.
Dia Mundial da Poesia
Eu não sou eu nem sou o outro,
Sou qualquer coisa de intermédio
Sou qualquer coisa de intermédio
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o Outro.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Dia Internacional da Felicidade
O que me faz feliz não traz necessariamente felicidade aos outros. No entanto, precisamos de outros para ser felizes. Ontem disseram-me que não se é feliz sempre, há momentos felizes. Se assim for, seremos uns tristes em episódios felizes.Também me disseram que devemos procurar a nossa felicidade de forma a contribuir para a felicidade global. Será essa felicidade global um somatório de felicidades individuais?
Não é fácil falar sobre a felicidade sem parecer maluco.
Não é fácil falar sobre a felicidade sem parecer maluco.
Tomates cherry, não tenhais medo!
Sempre que entro no supermercado e vejo as caixinhas dos tomates cherry, apetece-me agarrar neles e fugir. Vê-los assim, tão pequeninos e à mercê da dentição de qualquer um, faz crescer em mim o desejo de resgatá-los a todos.
terça-feira, 19 de março de 2013
A propósito do dia do pai
O meu pai não é o melhor do mundo. Mas gosto dele, é o meu pai. Não digo isto com mágoa, digo-o
com resignação e aceito os seus defeitos tal como espero que ele aceite os meus. Conforme fui crescendo,
percebi que ele não era nenhum super-herói. Sei que ele não teve um pai à
altura e também sei que o meu pai não quis falhar comigo. E isso basta-me.
Licença para ser chato
Levantar questões é importante, mas questionar apenas por questionar é um bocado chato. Porque, basicamente, levantar problemas constantemente torna-nos problemáticos. E às vezes até temos razão. Mas, na verdade, o que começa a parecer que só existimos para dizer mal, nunca está nada bem, nunca está nada mais ou menos. Está sempre tudo mal. Por isso, o ideal é deixar de ser chato porque ao fim e ao cabo só não há é solução para a morte.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Dai-me paciência
Não sou uma pessoa violenta. Mas a paciência esgota-se e, às vezes, tenho vontade de rachar uma cadeira ou outra coisa qualquer na cabeça de algumas pessoas.
Não dei conta de nada
Desde quando é que os miúdos do secundário exercem a tradição americana do “Spring Break”? A malta não vê filmes? Há sempre desgraças a acontecer!
sexta-feira, 15 de março de 2013
That's what friends are for
Vou ser obrigada a fazer um intervalo na sequência do Zapping. A minha fiel leitora diz que não aguenta um Zapping IV. Por isso, e antes de avançar para o conceito artístico do "World peace", vou falar-vos por alto de duas amigas minhas. Estas amigas não moram perto de mim e uma está mais longe do que a outra, mas quando nos encontramos, pessoalmente ou virtualmente, acaba sempre por surgir uma ideia genial sem ser preciso ingerir álcool. Algumas ideias são postas em prática e outras morrem logo à nascença, facto que não diminui em nada a genialidade e apenas significa que não temos tempo para as pôr em prática. Mas há uma que eu gostava que visse a luz do dia. É uma espécie de conceito artístico que assenta no "públicas virtudes, vícios privados". Todas temos amigos que publicamente seguem uma ideologia social, mas que não resistem a dar uma facadinha na ideologia e continuam a afirmar-se como seguidores dessa ideologia. Temos outros ligados à arte, vivem a arte e, por vezes, têm gostos um bocadinho duvidosos e debitam informação artística recheada de superioridade intelectual e incompreensível ao comum mortal. O "World peace" será uma espécie de instalação artística sobre a hipocrisia e a soberba. E o nome terá um trocadilho, mas não o vou revelar já!
To be continued...
quinta-feira, 14 de março de 2013
Zapping III
Voltando
à temática voyerista documental dos canais cabo, o TLC tem uma oferta
vasta. Não vejo a oferta toda, vejo algumas coisas e o Strange Attraction
é uma delas.Todos os temas abordados são de carácter sexual, mas nem
todos são relacionados com atracções estranhas. Alguns são relatos de
barreiras físicas ou psicológicas para a realização do acto sexual. E
não é isso que me causa confusão, o que me causa confusão é ver um casal
de meia idade a desperdiçar dinheiro. Eu compreendo a necessidade de um
rejuvenescimento vaginal, dois partos normais devem criar ali alguma
folga. Não consigo é compreender a reconstrução do hímen como prenda do
40º aniversário de casamento. Investir tempo de recuperação e dinheiro
numa cirurgia para estragar logo de seguida o trabalho
feito, sinceramente, para mim, isso é deitar dinheiro fora. E, além do
mais, até acredito que isso, fisicamente, faça uma diferença positiva
ao marido. Mas tenho dúvidas em relação à mulher. Eu não gostava de
passar por isso outra vez.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Zapping II
O texto de ontem serve de introdução e de desculpa para o meu actual modo de vida como telespectadora. Os canais cabo andam a repetir as temporadas das minhas séries preferidas. Sim, eu sei que podia ver online as temporadas mais recentes. Mas eu sou da escola antiga, gosto de ver na televisão e esperar pelos novos episódios. Perante este cenário repetitivo, resolvi explorar os "milhentos" canais que o cabo oferece e descobri a voyer que existe em mim. Ver a desgraça e o dia-a-dia da vida alheia plasmada em documentário é motivador. Soltar juízos de valor acerca de pessoas que não conheço, que nunca vou conhecer e que não se importam com o que eu penso, é relaxante.
Eu ando a ver merda na TV e agora?
Eu ando a ver merda na TV e agora?
terça-feira, 12 de março de 2013
Zapping I
Gosto de terminar o dia a ver televisão. Podia ler um livro? Podia, mas não o faço. Ler implica raciocínio, implica um processo de descodificação mais elaborado que ver televisão e sinto-me cansada para o fazer. Não leio livros para adormecer, é a televisão que me dá sono. Estico-me na cama ou no sofá a apanhar as ondas hertzianas e é tiro e queda. Adormeço como um anjinho. Para me dedicar à leitura, espero pelas férias. Vou pesquisando e colhendo opiniões sobre novos e velhos livros. E quando chegam as férias, tenho à espera o meu monte de livros onde nunca falta Conan Doyle.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Fanatismos
Até gosto de determinado conceito, simpatizo
com ele e até nutro algum respeito. Mas quando conheço alguém obcecado
por esse conceito, penso que afinal não gosto assim tanto dele.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Esclarecimento
Eu não tenho nada contra o Dia da Mulher. Mas há formas de celebrar que me metem confusão. Na minha opinião, algumas dessas formas até desvirtuam o propósito e significado do dia.
What happens in Covilhã, stays in Covilhã.
Foram motivos escolares que me levaram até à Covilhã, se assim não fosse, eu nunca saberia que no nosso Portugal há uma localidade que celebra o Dia da Mulher em grande.
Já tinha ouvido falar da noite em que todas as mulheres, novas e velhas, saem à rua. Mas foi só no terceiro ano que ganhei coragem para confirmar o mito.
Tudo começou numa habitação na Estrada do Sineiro e não posso dizer mais nada. My lips are sealed. Há mães de família envolvidas na história e fizemos um pacto. O que lá se passou nunca poderá ser revelado. Não foram orgias nem sevícias, não houve africanos musculosos de tanga nem esqueléticos da Boidobra. Apareceu um equipamento do Benfica, mas quem o vestia não era oficial. Sim, havia elementos do sexo masculino e do sexo feminino.Também tivemos uma DJ que esteve à altura do acontecimento. Nessa habitação da Estrada do Sineiro, onde a desgraça começou a ser desenhada, não houve indecências nem crime, ou melhor, o único crime que aconteceu foi o atentado ao bom gosto. O que aconteceu foi tão parvo e inocente que não vale a pena manchar a nossa reputação de jovens adultos. Até porque havia ali malta de economia e é chato arranjar-lhes cadastro.
No entanto, o mais degradante ainda estava para acontecer. Depois de abandonarmos a habitação nessa noite, nem tivemos tempo para beber licor Beirão no Carapito, abalamos logo para a discoteca, a Ex-libris. Estávamos decididas, íamos assistir pela primeira vez a um strip masculino. Chegadas ao local, confirmamos o mito: no Dia da Mulher TODAS as mulheres com idades compreendidas entre os 16 e 100 anos de idade saem à noite e homem que não seja striper não entra. Ficámos junto ao bar até começar a correria para o andar de baixo, percebemos que ia acontecer alguma coisa. Sinceramente, sabíamos que ia ser mau. Mas ninguém estava preparado para aquilo. Ver um homem hiper-mega-super-bronzeado, musculoso, besuntado em óleo e de tanga tigresse não é bonito de se ver! E perceber que a ideia dele era alcançar-nos para fazer movimentos de anca 'pseudo-eróticos' usando a nossa pessoa como varão enquanto algumas avós o apalpavam nas traseiras, é assustador e foi o suficiente para nos fazer fugir dali e esquecer celebrações futuras do Dia da Mulher.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Voluntários?
Ouvi na rádio que hoje era dia para dizer bem de alguém. Estou à espera que alguém o faça em relação à minha pessoa. Se não aparecer ninguém, terei de ser eu a enaltecer as minhas qualidades. É um trabalho sujo, mas alguém tem de o fazer.
quarta-feira, 6 de março de 2013
So help me God
Só peço a Deus que não haja vestígios de ADN equino e contaminação de merda no sumo de mirtilos vermelhos porque, se isso acontece, estarei perante o verdadeiro três em linha.
Problemas logísticos
Apesar da data de vacinação não ser coincidente nos dois canídeos, vão
sempre os dois à clínica veterinária. Assim, vão mais relaxados pois
nunca sabem quem é que vai ser picado e quem vai apenas em passeio. E a
veterinária também gosta sempre de ver os dois. O sábado passado foi a
vez da cadela ser vacinada. Chegada a nossa vez, entramos no
consultório. São precisas três pessoas para colocar a cadela na
marquesa. A dificuldade em pegar nela nada tem a ver com o feitio da
bicha, é um problema de tamanho e, por consequência, de peso. Depois de
vacinada, foi-lhe feito também um pequeno check-up que envolve auscultações, uma olhadela à dentição,
um termómetro espetado no rabo e uma passagem pelas partes íntimas que
resultou na seguinte pergunta: ela costuma lamber-se com frequência?
Confesso que não soube responder à pergunta da frequência, para mim a
piada 'lambem-se porque podem' não é de todo descabida. A veterinária lá
chegou à conclusão que a cadela não teria uma vaginite, mas sim uma
irritação exterior, ou seja, uma dermatite. O tratamento prescrito foi
lavar a zona afectada com um produto próprio para a lavagem íntima.
Fiquei apreensiva - Valha-me Deus, como é que eu vou sentar uma Rafeiro
do Alentejo no bidé para proceder ao banho checo? Comprei o Dystron
e preparei-me para lavar a cadela por baixo, enfiei-a a muito custo na
banheira e consegui não dar nem tomar um banho completo. Foi um processo
demorado, mas considero que podemos falar em prova superada.
Nota: Quem tem animais deve estar atento a mudanças de comportamento ou de estado. Estas pequenas alterações podem ser indícios de problemas de saúde e, às vezes, só damos conta quando já é muito grave.
Nota: Quem tem animais deve estar atento a mudanças de comportamento ou de estado. Estas pequenas alterações podem ser indícios de problemas de saúde e, às vezes, só damos conta quando já é muito grave.
terça-feira, 5 de março de 2013
O exercício físico não mata, mas faz tentativas
Há quinze dias tentaram matar-me, levaram-me à falsa fé para uma aula de trinta minutos de abdominais. A semana passada sugeriram que fizesse abdominais com carga e entregaram-me uma rodela de cinco quilos para apertar contra o peito. Disseram eles que "quanto mais longe a carga estiver do abdominal mais o abdominal trabalha". Afastei a rodela do peito e acertei com ela no queixo. "É melhor manter a carga ao peito para evitar acidentes", disseram eles. Tenho medo do que possa acontecer esta semana, digo eu.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Lá terá de ser
Tendo em conta o número de pessoas que me aborda para desabafar sobre as suas doenças, decidi que, brevemente, irei cobrar taxas moderadoras.
Se as coisa existem, logo é para serem usadas?
Quase metade dos portugueses sofre de hipertensão
- Não tenho hipertensão. Eu não reduzo ao sal nem ao açúcar. Não quero saber. Se o sal e o açúcar existem, é para serem usados.
- A heroína também existe.
- Não se pode ter um conversa contigo, pá!
Detesto que me estraguem os argumentos de um raciocínio lógico. E este, na minha modesta opinião, até era dos bons.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Pedagogia mecânica
O meu mecânico chama-se Manel, não sei se é um mecânico à moda antiga
porque nunca tive outro mecânico. Mas já o vi a auscultar o motor do meu
carro com uma chave de fendas encostada ao motor e a fazer ligação
directa ao ouvido, não me parece um método contemporâneo. Também sei que
já não é novo e que tem uma data de filhos. Dois desses filhos
trabalham com ele na oficina e tiram-no do sério. Já vi o Manel a
trincar a língua e a partir um chave de fendas com as próprias mãos só
para não bater no filho. Uma das razões que mexem com o sistema nervoso
do Manel é o facto de os filhos dedicarem-se a 'tuninficar' as próprias
viaturas e esquecerem-se das viaturas dos clientes. Eu gosto de
assistir a estas discussões, fazem-me lembrar as antigas comédias
italianas: um grita acusações, o outro responde a gritar, depois todos
gritam e os palavrões saem em catadupa. E eu fico ali, a assistir a tudo
e a rir-me. Eles estão tão envolvidos na dramatização que nem notam. É tudo muito bom e eu gosto. Aprendo sempre uma expressão nova.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Morning routine
Às 07h30 o despertador do telemóvel toca. A melodia experimental é uma espécie de pica miolos. Agarro no aparelho, mando uma ou duas caralhadas e desligo. O número de caralhadas é proporcional à disposição com que acordo. Deixo que volte a tocar, levanto-me e arranjo-me a correr, mando mais uma ou duas caralhadas. Abro a porta da cozinha para os cães procederem ao alívio de uma noite enclausurada. Saio e bebo um café no 'Luz vem do Alto', fumo um cigarro e meto-me no carro. Caralho, vou ter que ir pela auto-estrada. Chego à portagem, caralho para o caralho, o valor que me cobram é um roubo.
E o que está errado nesta rotina matinal, o que posso fazer para melhorar o meu comportamento? Quem me conhece, vai dizer que eu uso sempre a auto-estrada e que a estrada nacional nunca foi opção. Calúnias, o universo está contra mim. Estão todos contra mim. Vou ter de deixar de tomar café no 'Luz vem do Alto'.
E o que está errado nesta rotina matinal, o que posso fazer para melhorar o meu comportamento? Quem me conhece, vai dizer que eu uso sempre a auto-estrada e que a estrada nacional nunca foi opção. Calúnias, o universo está contra mim. Estão todos contra mim. Vou ter de deixar de tomar café no 'Luz vem do Alto'.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Eu sei, eu sei
Eu sei que sou má e que vou para o inferno. Mas as pessoas põem-se a jeito. Sou obrigada a rir-me com a aselhice alheia. Eu não tenho culpa.
Nota: Aselhice é assim que se escreve. É com S e não Z.
Nota: Aselhice é assim que se escreve. É com S e não Z.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Ainda falta muito para o Verão?
Eu gosto do calor. Gosto de derreter. Provavelmente, se tive outra vida que não esta, já fui um réptil. E, infelizmente, o Porto não é a cidade mais quente, no entanto, ao contrário do que possam pensar, também não é a cidade ou uma das cidades mais frias de Portugal. A proximidade do mar e a presença do rio fazem-no ameno. Não é o frio nem o calor que nos castigam, é a humidade. Mas nem só de humidade vive o rio, também tem pontes e são essas pontes que nos levam ao calor.
Quer-me parecer que comi carne de cavalo
IKEA Portugal retirou lote de almôndegas cujo fornecedor é o mesmo das lojas da República Checa
O problema não é a carne ser de cavalo, pelos vistos, há muitos apreciadores da dita carne. O problema é pensar que se está a comer vaca e ser cavalo, ou seja, é o chamado 'comer gato por lebre'.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Diferenças à parte
Já quis fazer a diferença, mas agora já só quero que o mundo não me diferencie. Já cheguei aos 30 e avancei cinco casas. Peçam-me a revolução, mas não me peçam para ser mártir. Isto não é egoísmo, é experiência em olhar para o lado e não ver ninguém.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
A inconveniência dos usos e costumes
Eu não sei quem inventou a visita guiada a convidados domésticos. Eu só sei que não tem jeito nenhum e há convidados que se põem a jeito para a fazer. A minha casa não é um museu, é pequena e eu tenho merdas a esconder. Felizmente não cheiram, mas não são bonitas de se ver.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Career opportunities, the ones that never knock
Não serão exigências a mais para o ordenado que oferecem? Haverá alguém que corresponda ao perfil pretendido e que ao mesmo tempo padeça de um atraso mental para aceitar estas condições? Esta malta não está a pedir uma pessoa, está a pedir um super-herói com conhecimentos para realizar o trabalho de 6 ou 7 pessoas especializadas em diferentes áreas. Se esta pessoa existe, eu quero conhecê-la!
Um anúncio a pedir alguém fluente em sexo oral seria menos indecente, é a minha opinião.
Tem razão de ser
Eu sei que o tema Ginásio é recorrente. Sei também que pode confundir os mais distraídos acerca do sentimento que tenho pelo exercício físico. Mas, no fundo, o que eu pretendo com este tema é provar-vos que a minha vida não é pautada por metas a atingir, é pautada por obstáculos ultrapassados. E o exercício é um obstáculo que pretendo ultrapassar. Não costumo pensar muito no objectivo final antes de lá chegar, contabilizo os obstáculos superados para chegar a ele. Poupo-me assim, às frustrações e arrelias provocadas pela obstinação de atingir um fim. Funciono por unidades conseguidas e aproveito o que há para aproveitar durante o percurso.
Nota: O meu objectivo não é emagrecer, o meu objectivo é manter-me ágil. E isto do divertir-me pelo caminho é uma desculpa para experimentar uma aula de dança do ventre.
Nota: O meu objectivo não é emagrecer, o meu objectivo é manter-me ágil. E isto do divertir-me pelo caminho é uma desculpa para experimentar uma aula de dança do ventre.
Wedges sneakers?
Já me tenho cruzado com alguns exemplares destes. No início não
conseguia perceber muito bem. Achava-os estranhos e quanto mais olhava
mais estranhos me pareciam. Serão umas botas? Serão uns botins? Sapatos
abotinados? Sapatilhas? Até que me explicaram do que se tratavam:
sapatilhas compensadas! Pensei, mas quem é que quer umas sapatilhas
compensadas? É para não perder altura no ginásio? Ai esses exemplares
não são para a prática de desporto, então para que raio querem umas
sapatilhas? É para andar confortável? Mas para isso compra-se umas
sapatilhas normais e sem salto ainda que este seja compensado, não?
Valha-me Deus, isto nem é carne nem é peixe. Este conceito de compensado
desvirtua por completo a essência do que deve ser um par de sapatilhas.
Não dá para andar aperaltado, mas também não dá para a actividade
física. A não ser que essa actividade seja os 100 metros em montras de
lojas e mesmo assim há calçado mais apropriado.
Publicado no antigo blogue, mas para mim ainda é actual.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
A respeito de Manifestações
Escrevi, há algum tempo atrás, que ainda não estou preparada para me insurgir contra o governo. Esta tarefa começa a tornar-se complicada. A juntar à trabalheira que está a ser a redefinição da parede abdominal, tenho agora a missão de decorar a letra da "Grândola, Vila Morena".
Yesterday i got so old i felt like i could die
Salvo raras excepções, com o avanço da idade preferimos a qualidade e não a quantidade. Ontem senti-me velha e escrever isto fez-me sentir melhor.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Cada um é como cada qual
Mandar tomar no cú implica uma certa gentileza por parte de quem manda, mas como pimenta no cú dos outros para mim é refresco, não me preocupo com preciosismos.
Louvado seja Deus!
Tanta merda a carecer de preocupação e afligem-se com o tratamento que eu dou aos meus cães porque dizem que em casa deles os cães são tratados como cães.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Sinceramente, não sei
Já alguma vez se cruzaram com alguém que não sabem muito bem se é uma miúda masculina ou um rapaz imberbe? Eu já. Mais do que uma vez, a mais recente foi no ginásio. E apesar de ter visto essa pessoa no balneário feminino envergando um soutien, continuo com dúvidas.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Lado B
Tal como os homens entram em contacto com o seu lado feminino, eu também tenho o meu contacto com o masculino e meu lado masculino não me permite beber por palhinha. Este lado mais macho também se reflecte na forma como degluto os gelados. Não lambo, nem chupo. Trinco!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
I'm a drama queen and I know it
Esta semana está a ser deveras dramática. Não. Não estou a falar do Carnaval e do São Valentim. Esses até ajudam a colorir o dramatismo. Mas esta semana já tive três experiências de quase morte e hoje ainda é quinta-feira! Uma delas foi a comer um pãozinho com manteiga. O pão tentou matar-me! Precisei de muita concentração para não me cuspir toda e regar as miúdas do bar com uma mistura de meia de leite com pão.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Disseram-me
A minha amiga disse-me, não sei se leu ou se também lhe disseram, sentir-se surpreendida com a chicotada psicológica causada pela resignação do Papa Bento XVI. Não tem jeito nenhum atirar assim a toalha ao chão tão perto da Quaresma.
Tem dias
Carnaval e Dia dos Namorados na mesma semana? Valha-me Zeus, é muito folclore para uma pessoa só!
Vítimas profissionais
As vítimas profissionais estão sempre quase a morrer. Só interrompem o
estado de quase morte quando recebem um convite para a rambóia. Verdade
seja dita, imaginação não lhes falta e os limites realistas também não
lhes assistem.
Tudo o que implica trabalhar dá cabo delas. Gostam de dar sugestões
para realizar tarefas. Mas tarefar não é com as vítimas profissionais.
Normalmente, escolhem um modus operandi e mantêm-no até ao fim da vida que costuma acontecer lá para os 95 ou 100 anos de idade.
Se a escolha recai sobre doenças na hora de vergar a mola, arranjam
sempre uma nova sem descurar os pormenores sórdidos e os fluídos
biológicos que daí advêm. A ida a um serviço de urgência também não está
fora de questão. Caso a nova doença não cole, escudam-se na antiga que
ou é crónica ou deixou mossa.
Há as vítimas profissionais que preferem as catástrofes naturais
apesar de saberem que essas não abundam e que, mais tarde ou mais cedo,
acabarão por dar o corpo ao manifesto.
Mais um texto do anterior blogue.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Queixosos crónicos
O queixoso crónico vê tudo negro. Ou melhor, toda a sua vida é negra. No
seu horizonte a única oportunidade possível é a oportunidade de poder
queixar-se ainda mais. Considera-se um azarado perseguido pelo
infortuno. Se lhe pedirem que indique um ponto positivo na sua vida, o
mais provável é apresentar-vos um sinal que talvez venha a dar positivo
para melanoma. Na sua opinião não há maior desgraçado do que ele à face
da terra. Não importa se morre gente todos os dias ou se há quem não
tenha o que comer. O que importa ao queixoso crónico é a sua vida
pautada pelo drama. E não adianta tentarem provar por A mais B que há
quem esteja pior e que muitos desejavam ter uma vida como a dele. O
queixoso crónico nunca o irá admitir.
É do outro blogue, mas tenho pena de o deixar para trás.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
E agora?
E se a um auto-elogiador que se acha o máximo e que tem por hábito ‘cagar leis’ e exigir a moralidade alheia em modo olha-para-o-que-eu-digo-e-não-para-o-que-eu-faço juntarmos um graxista crónico que sofre de verborreia, isso é o quê?
Opção A - É uma grande maçada.
Opção B - É uma barrigada de riso.
Opção A - É uma grande maçada.
Opção B - É uma barrigada de riso.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
E no mundo dos Sex Toys há…
… vibradores, massajadores e dildos que vão do fofinho ao real passando pelo anatomicamente alterado para não ficar nenhum ponto esquecido. Há também cremes e bálsamos com propriedades vasodilatadoras que prometem o aumento da sensibilidade e, como consequência, o aumento do prazer. Há loções dispostas a dar o sabor de fruta ou chocolate ao sexo oral. Basicamente, há de tudo para todos. Há o imaginável e o inimaginável. A única condição para entrar neste mundo é não ter medo de experimentar.
Claro que há alguns objectos\produtos facilmente experimentáveis e outros que nem é preciso experimentar para perceber que nada têm a ver connosco e com as nossas preferências. Mas devo confessar que o que mais me ‘impressionou’ na reunião da Maleta vermelha não foram os anéis ou as bolas. Foram os vibradores e os massajadores. E nem foram aqueles com aspecto metálico e futurista. Foram os fofinhos: o dinossauro, o foguetão, as gueishas, as borboletas, o coelho e o patinho. Não era capaz de sujeitar um patinho tão fofo a trabalhos forçados nas minhas partes íntimas.
Senhores fabricantes, já tentaram criar algo intermédio entre o futurista e o fofinho? Eu apostava nas formas geométricas. Fica aqui a minha sugestão e vale o que vale.
Mais um texto resgatado do falecido blogue para dar ideias a uma moça que eu conheço!
Claro que há alguns objectos\produtos facilmente experimentáveis e outros que nem é preciso experimentar para perceber que nada têm a ver connosco e com as nossas preferências. Mas devo confessar que o que mais me ‘impressionou’ na reunião da Maleta vermelha não foram os anéis ou as bolas. Foram os vibradores e os massajadores. E nem foram aqueles com aspecto metálico e futurista. Foram os fofinhos: o dinossauro, o foguetão, as gueishas, as borboletas, o coelho e o patinho. Não era capaz de sujeitar um patinho tão fofo a trabalhos forçados nas minhas partes íntimas.
Senhores fabricantes, já tentaram criar algo intermédio entre o futurista e o fofinho? Eu apostava nas formas geométricas. Fica aqui a minha sugestão e vale o que vale.
Mais um texto resgatado do falecido blogue para dar ideias a uma moça que eu conheço!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
O poder da palavra
Sempre pensei que oferta é algo que se oferece, ou seja, é algo que se dá gratuitamente. No entanto, através da malta do telemarketing, fiquei a saber que afinal a oferta é para vender. A oferta reside no preço excelente de um serviço ou produto dos quais não precisamos, mas somos uns sortudos porque seremos os únicos a ter a oportunidade de comprar esta oferta! E, caramba, é mesmo isto que eu quero, o meu sonho é ter mais uma factura para pagar no fim do mês!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Sem moral
Para sair de manhã é preciso acordá-lo com três horas de antecedência. E depois vem com discursos moralizantes quando para sair à noite demoro uma hora a arranjar-me.
É mais ou menos assim
A nova música do Prince dá-me vontade de exercitar os glúteos but not in a good way. E eu até não sou esquisita, ouço qualquer merda.
Subscrever:
Mensagens (Atom)











