O meu mecânico chama-se Manel, não sei se é um mecânico à moda antiga
porque nunca tive outro mecânico. Mas já o vi a auscultar o motor do meu
carro com uma chave de fendas encostada ao motor e a fazer ligação
directa ao ouvido, não me parece um método contemporâneo. Também sei que
já não é novo e que tem uma data de filhos. Dois desses filhos
trabalham com ele na oficina e tiram-no do sério. Já vi o Manel a
trincar a língua e a partir um chave de fendas com as próprias mãos só
para não bater no filho. Uma das razões que mexem com o sistema nervoso
do Manel é o facto de os filhos dedicarem-se a 'tuninficar' as próprias
viaturas e esquecerem-se das viaturas dos clientes. Eu gosto de
assistir a estas discussões, fazem-me lembrar as antigas comédias
italianas: um grita acusações, o outro responde a gritar, depois todos
gritam e os palavrões saem em catadupa. E eu fico ali, a assistir a tudo
e a rir-me. Eles estão tão envolvidos na dramatização que nem notam. É tudo muito bom e eu gosto. Aprendo sempre uma expressão nova.
sexta-feira, 1 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Morning routine
Às 07h30 o despertador do telemóvel toca. A melodia experimental é uma espécie de pica miolos. Agarro no aparelho, mando uma ou duas caralhadas e desligo. O número de caralhadas é proporcional à disposição com que acordo. Deixo que volte a tocar, levanto-me e arranjo-me a correr, mando mais uma ou duas caralhadas. Abro a porta da cozinha para os cães procederem ao alívio de uma noite enclausurada. Saio e bebo um café no 'Luz vem do Alto', fumo um cigarro e meto-me no carro. Caralho, vou ter que ir pela auto-estrada. Chego à portagem, caralho para o caralho, o valor que me cobram é um roubo.
E o que está errado nesta rotina matinal, o que posso fazer para melhorar o meu comportamento? Quem me conhece, vai dizer que eu uso sempre a auto-estrada e que a estrada nacional nunca foi opção. Calúnias, o universo está contra mim. Estão todos contra mim. Vou ter de deixar de tomar café no 'Luz vem do Alto'.
E o que está errado nesta rotina matinal, o que posso fazer para melhorar o meu comportamento? Quem me conhece, vai dizer que eu uso sempre a auto-estrada e que a estrada nacional nunca foi opção. Calúnias, o universo está contra mim. Estão todos contra mim. Vou ter de deixar de tomar café no 'Luz vem do Alto'.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Eu sei, eu sei
Eu sei que sou má e que vou para o inferno. Mas as pessoas põem-se a jeito. Sou obrigada a rir-me com a aselhice alheia. Eu não tenho culpa.
Nota: Aselhice é assim que se escreve. É com S e não Z.
Nota: Aselhice é assim que se escreve. É com S e não Z.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Ainda falta muito para o Verão?
Eu gosto do calor. Gosto de derreter. Provavelmente, se tive outra vida que não esta, já fui um réptil. E, infelizmente, o Porto não é a cidade mais quente, no entanto, ao contrário do que possam pensar, também não é a cidade ou uma das cidades mais frias de Portugal. A proximidade do mar e a presença do rio fazem-no ameno. Não é o frio nem o calor que nos castigam, é a humidade. Mas nem só de humidade vive o rio, também tem pontes e são essas pontes que nos levam ao calor.
Quer-me parecer que comi carne de cavalo
IKEA Portugal retirou lote de almôndegas cujo fornecedor é o mesmo das lojas da República Checa
O problema não é a carne ser de cavalo, pelos vistos, há muitos apreciadores da dita carne. O problema é pensar que se está a comer vaca e ser cavalo, ou seja, é o chamado 'comer gato por lebre'.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Diferenças à parte
Já quis fazer a diferença, mas agora já só quero que o mundo não me diferencie. Já cheguei aos 30 e avancei cinco casas. Peçam-me a revolução, mas não me peçam para ser mártir. Isto não é egoísmo, é experiência em olhar para o lado e não ver ninguém.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
A inconveniência dos usos e costumes
Eu não sei quem inventou a visita guiada a convidados domésticos. Eu só sei que não tem jeito nenhum e há convidados que se põem a jeito para a fazer. A minha casa não é um museu, é pequena e eu tenho merdas a esconder. Felizmente não cheiram, mas não são bonitas de se ver.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Career opportunities, the ones that never knock
Não serão exigências a mais para o ordenado que oferecem? Haverá alguém que corresponda ao perfil pretendido e que ao mesmo tempo padeça de um atraso mental para aceitar estas condições? Esta malta não está a pedir uma pessoa, está a pedir um super-herói com conhecimentos para realizar o trabalho de 6 ou 7 pessoas especializadas em diferentes áreas. Se esta pessoa existe, eu quero conhecê-la!
Um anúncio a pedir alguém fluente em sexo oral seria menos indecente, é a minha opinião.
Tem razão de ser
Eu sei que o tema Ginásio é recorrente. Sei também que pode confundir os mais distraídos acerca do sentimento que tenho pelo exercício físico. Mas, no fundo, o que eu pretendo com este tema é provar-vos que a minha vida não é pautada por metas a atingir, é pautada por obstáculos ultrapassados. E o exercício é um obstáculo que pretendo ultrapassar. Não costumo pensar muito no objectivo final antes de lá chegar, contabilizo os obstáculos superados para chegar a ele. Poupo-me assim, às frustrações e arrelias provocadas pela obstinação de atingir um fim. Funciono por unidades conseguidas e aproveito o que há para aproveitar durante o percurso.
Nota: O meu objectivo não é emagrecer, o meu objectivo é manter-me ágil. E isto do divertir-me pelo caminho é uma desculpa para experimentar uma aula de dança do ventre.
Nota: O meu objectivo não é emagrecer, o meu objectivo é manter-me ágil. E isto do divertir-me pelo caminho é uma desculpa para experimentar uma aula de dança do ventre.
Wedges sneakers?
Já me tenho cruzado com alguns exemplares destes. No início não
conseguia perceber muito bem. Achava-os estranhos e quanto mais olhava
mais estranhos me pareciam. Serão umas botas? Serão uns botins? Sapatos
abotinados? Sapatilhas? Até que me explicaram do que se tratavam:
sapatilhas compensadas! Pensei, mas quem é que quer umas sapatilhas
compensadas? É para não perder altura no ginásio? Ai esses exemplares
não são para a prática de desporto, então para que raio querem umas
sapatilhas? É para andar confortável? Mas para isso compra-se umas
sapatilhas normais e sem salto ainda que este seja compensado, não?
Valha-me Deus, isto nem é carne nem é peixe. Este conceito de compensado
desvirtua por completo a essência do que deve ser um par de sapatilhas.
Não dá para andar aperaltado, mas também não dá para a actividade
física. A não ser que essa actividade seja os 100 metros em montras de
lojas e mesmo assim há calçado mais apropriado.
Publicado no antigo blogue, mas para mim ainda é actual.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
A respeito de Manifestações
Escrevi, há algum tempo atrás, que ainda não estou preparada para me insurgir contra o governo. Esta tarefa começa a tornar-se complicada. A juntar à trabalheira que está a ser a redefinição da parede abdominal, tenho agora a missão de decorar a letra da "Grândola, Vila Morena".
Yesterday i got so old i felt like i could die
Salvo raras excepções, com o avanço da idade preferimos a qualidade e não a quantidade. Ontem senti-me velha e escrever isto fez-me sentir melhor.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Cada um é como cada qual
Mandar tomar no cú implica uma certa gentileza por parte de quem manda, mas como pimenta no cú dos outros para mim é refresco, não me preocupo com preciosismos.
Louvado seja Deus!
Tanta merda a carecer de preocupação e afligem-se com o tratamento que eu dou aos meus cães porque dizem que em casa deles os cães são tratados como cães.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Sinceramente, não sei
Já alguma vez se cruzaram com alguém que não sabem muito bem se é uma miúda masculina ou um rapaz imberbe? Eu já. Mais do que uma vez, a mais recente foi no ginásio. E apesar de ter visto essa pessoa no balneário feminino envergando um soutien, continuo com dúvidas.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Lado B
Tal como os homens entram em contacto com o seu lado feminino, eu também tenho o meu contacto com o masculino e meu lado masculino não me permite beber por palhinha. Este lado mais macho também se reflecte na forma como degluto os gelados. Não lambo, nem chupo. Trinco!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
I'm a drama queen and I know it
Esta semana está a ser deveras dramática. Não. Não estou a falar do Carnaval e do São Valentim. Esses até ajudam a colorir o dramatismo. Mas esta semana já tive três experiências de quase morte e hoje ainda é quinta-feira! Uma delas foi a comer um pãozinho com manteiga. O pão tentou matar-me! Precisei de muita concentração para não me cuspir toda e regar as miúdas do bar com uma mistura de meia de leite com pão.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Disseram-me
A minha amiga disse-me, não sei se leu ou se também lhe disseram, sentir-se surpreendida com a chicotada psicológica causada pela resignação do Papa Bento XVI. Não tem jeito nenhum atirar assim a toalha ao chão tão perto da Quaresma.
Tem dias
Carnaval e Dia dos Namorados na mesma semana? Valha-me Zeus, é muito folclore para uma pessoa só!
Vítimas profissionais
As vítimas profissionais estão sempre quase a morrer. Só interrompem o
estado de quase morte quando recebem um convite para a rambóia. Verdade
seja dita, imaginação não lhes falta e os limites realistas também não
lhes assistem.
Tudo o que implica trabalhar dá cabo delas. Gostam de dar sugestões
para realizar tarefas. Mas tarefar não é com as vítimas profissionais.
Normalmente, escolhem um modus operandi e mantêm-no até ao fim da vida que costuma acontecer lá para os 95 ou 100 anos de idade.
Se a escolha recai sobre doenças na hora de vergar a mola, arranjam
sempre uma nova sem descurar os pormenores sórdidos e os fluídos
biológicos que daí advêm. A ida a um serviço de urgência também não está
fora de questão. Caso a nova doença não cole, escudam-se na antiga que
ou é crónica ou deixou mossa.
Há as vítimas profissionais que preferem as catástrofes naturais
apesar de saberem que essas não abundam e que, mais tarde ou mais cedo,
acabarão por dar o corpo ao manifesto.
Mais um texto do anterior blogue.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Queixosos crónicos
O queixoso crónico vê tudo negro. Ou melhor, toda a sua vida é negra. No
seu horizonte a única oportunidade possível é a oportunidade de poder
queixar-se ainda mais. Considera-se um azarado perseguido pelo
infortuno. Se lhe pedirem que indique um ponto positivo na sua vida, o
mais provável é apresentar-vos um sinal que talvez venha a dar positivo
para melanoma. Na sua opinião não há maior desgraçado do que ele à face
da terra. Não importa se morre gente todos os dias ou se há quem não
tenha o que comer. O que importa ao queixoso crónico é a sua vida
pautada pelo drama. E não adianta tentarem provar por A mais B que há
quem esteja pior e que muitos desejavam ter uma vida como a dele. O
queixoso crónico nunca o irá admitir.
É do outro blogue, mas tenho pena de o deixar para trás.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
E agora?
E se a um auto-elogiador que se acha o máximo e que tem por hábito ‘cagar leis’ e exigir a moralidade alheia em modo olha-para-o-que-eu-digo-e-não-para-o-que-eu-faço juntarmos um graxista crónico que sofre de verborreia, isso é o quê?
Opção A - É uma grande maçada.
Opção B - É uma barrigada de riso.
Opção A - É uma grande maçada.
Opção B - É uma barrigada de riso.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
E no mundo dos Sex Toys há…
… vibradores, massajadores e dildos que vão do fofinho ao real passando pelo anatomicamente alterado para não ficar nenhum ponto esquecido. Há também cremes e bálsamos com propriedades vasodilatadoras que prometem o aumento da sensibilidade e, como consequência, o aumento do prazer. Há loções dispostas a dar o sabor de fruta ou chocolate ao sexo oral. Basicamente, há de tudo para todos. Há o imaginável e o inimaginável. A única condição para entrar neste mundo é não ter medo de experimentar.
Claro que há alguns objectos\produtos facilmente experimentáveis e outros que nem é preciso experimentar para perceber que nada têm a ver connosco e com as nossas preferências. Mas devo confessar que o que mais me ‘impressionou’ na reunião da Maleta vermelha não foram os anéis ou as bolas. Foram os vibradores e os massajadores. E nem foram aqueles com aspecto metálico e futurista. Foram os fofinhos: o dinossauro, o foguetão, as gueishas, as borboletas, o coelho e o patinho. Não era capaz de sujeitar um patinho tão fofo a trabalhos forçados nas minhas partes íntimas.
Senhores fabricantes, já tentaram criar algo intermédio entre o futurista e o fofinho? Eu apostava nas formas geométricas. Fica aqui a minha sugestão e vale o que vale.
Mais um texto resgatado do falecido blogue para dar ideias a uma moça que eu conheço!
Claro que há alguns objectos\produtos facilmente experimentáveis e outros que nem é preciso experimentar para perceber que nada têm a ver connosco e com as nossas preferências. Mas devo confessar que o que mais me ‘impressionou’ na reunião da Maleta vermelha não foram os anéis ou as bolas. Foram os vibradores e os massajadores. E nem foram aqueles com aspecto metálico e futurista. Foram os fofinhos: o dinossauro, o foguetão, as gueishas, as borboletas, o coelho e o patinho. Não era capaz de sujeitar um patinho tão fofo a trabalhos forçados nas minhas partes íntimas.
Senhores fabricantes, já tentaram criar algo intermédio entre o futurista e o fofinho? Eu apostava nas formas geométricas. Fica aqui a minha sugestão e vale o que vale.
Mais um texto resgatado do falecido blogue para dar ideias a uma moça que eu conheço!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
O poder da palavra
Sempre pensei que oferta é algo que se oferece, ou seja, é algo que se dá gratuitamente. No entanto, através da malta do telemarketing, fiquei a saber que afinal a oferta é para vender. A oferta reside no preço excelente de um serviço ou produto dos quais não precisamos, mas somos uns sortudos porque seremos os únicos a ter a oportunidade de comprar esta oferta! E, caramba, é mesmo isto que eu quero, o meu sonho é ter mais uma factura para pagar no fim do mês!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Sem moral
Para sair de manhã é preciso acordá-lo com três horas de antecedência. E depois vem com discursos moralizantes quando para sair à noite demoro uma hora a arranjar-me.
É mais ou menos assim
A nova música do Prince dá-me vontade de exercitar os glúteos but not in a good way. E eu até não sou esquisita, ouço qualquer merda.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Obrigadão, pá!
Tenho um
colega de trabalho que me envia e-mails com problemas cuja solução não depende
de mim. Já lhe disse para, visto a intenção ser foder-me, se despedir com
beijinhos e não com cumprimentos.
Ninguém merece
Os tinteiros reciclados cheiram a merda. Depois da ordem de impressão, vem sempre um bafo a merda. E o Universo deve ter um sentido de humor todo fodido porque manda sempre alguém ao gabinete quando isso acontece. Eu nem quero saber os boatos que por aí andam, mas acho que ninguém acredita nas minhas palavras: "Cheira um bocadito mal, não é? São os tinteiros, são reciclados e cheiram a cocó!"
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Dizem os estudos que...
Depilação brasileira provoca extinção de piolho pubiano
Diz não à rarificação da pilosidade e adeus à vida sexual. Salvem os chatos!
E-mail: correntes e afins
Todos, ou quase todos, já recebemos correio electrónico parvo. E a verdade é que, muitas vezes, perdemos tempo na leitura deles porque, a pessoa que o enviou, é alguém em quem confiamos e por quem temos consideração. Mas é difícil evitar a irritação quando percebemos que é uma mensagem impessoal e com mil reencaminhamentos no cadastro.
A acompanhar estas mensagens em nota de rodapé, por vezes, vem a consciência ambiental, normalmente a verde e com versão inglesa, que nos diz: Pense no ambiente antes de imprimir este e-mail \ Please consider the environment before printing this e-mail – Mensagem bonita e louvável, há muita árvore desperdiçada por esse mundo fora. No entanto, na minha opinião, a esta frase deveria juntar-se este pequeno questionário:
Pense um pouco e responda mentalmente a estas perguntas antes de reencaminhar este e-mail
- Li o e-mail na íntegra?
- Tem piada?
- É muito pesado?
- Tem erros ortográficos?
- A informação é verdadeira e\ou oficial?
- É de mau gosto?
- É uma corrente?
- Em correntes anteriormente enviadas, quantas vezes me saiu o euromilhões?
- Em correntes anteriormente não enviadas, quantas vezes morri ou tive algum azar?
- Os meus amigos são importantes para mim?
Reflicta nas respostas dadas e aja de acordo com a sua consciência.
Mais um texto resgatado do outro blogue.
A acompanhar estas mensagens em nota de rodapé, por vezes, vem a consciência ambiental, normalmente a verde e com versão inglesa, que nos diz: Pense no ambiente antes de imprimir este e-mail \ Please consider the environment before printing this e-mail – Mensagem bonita e louvável, há muita árvore desperdiçada por esse mundo fora. No entanto, na minha opinião, a esta frase deveria juntar-se este pequeno questionário:
Pense um pouco e responda mentalmente a estas perguntas antes de reencaminhar este e-mail
- Li o e-mail na íntegra?
- Tem piada?
- É muito pesado?
- Tem erros ortográficos?
- A informação é verdadeira e\ou oficial?
- É de mau gosto?
- É uma corrente?
- Em correntes anteriormente enviadas, quantas vezes me saiu o euromilhões?
- Em correntes anteriormente não enviadas, quantas vezes morri ou tive algum azar?
- Os meus amigos são importantes para mim?
Reflicta nas respostas dadas e aja de acordo com a sua consciência.
Mais um texto resgatado do outro blogue.
Dois anos
Custou-me ver-te morrer. Reconfortou-me o teu alívio e a tua tranquilidade. No entanto, custou-me ver-te morrer. Mas não podia deixar-te morrer sozinha.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Não sei se fiz bem
Antes de ir buscar o Pantufa à associação, já tinha decidido que ia manter o nome. Apenas acrescentaria um segundo nome. Dou sempre dois nomes aos cães. Cada maluco tem a sua mania e a minha é esta, dar dois nomes aos cães. Já me interroguei por diversas vezes se fiz bem em manter o nome. O raça do cão é uma verdadeira arma biológica. É com cada bufa, Deus me livre. O azar é que não se ouve, só cheira. A emissão de gazes revela-se muito tarde, o que impossibilita a procura de abrigo. Até parece que vêm de pantufas. Ou seja, começo achar que é vingança do canídeo por ter insistido em manter-lhe um nome tão ridículo.
Entretanto, mudamos-lhe a ração e coisa acalmou. Não desapareceu, mas acalmou.
Entretanto, mudamos-lhe a ração e coisa acalmou. Não desapareceu, mas acalmou.
Uma questão de farda
Eu já percebi a diferença
entre mim e as outras moças. E é essa a diferença que me faz ser como
sou. Eu vou por obrigação, elas vão a lazer e até tiram fotografias. Eu
quero subir e andar a pé sem me dar o abafo e elas querem ter um ar
saudável. Felizmente, há as gordinhas que passeiam as toalhas e que, só
por existirem, melhoram o meu ar e em muito!
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
| 2. | vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos |
| 3. | figurado vida militar |
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
farda
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
nome feminino
| 1. | uniforme militar ou de uma corporação |
| 2. | vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos |
| 3. | figurado vida militar |
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
farda
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
nome feminino
| 1. | uniforme militar ou de uma corporação |
| 2. | vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos |
| 3. | figurado vida militar |
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
farda
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Far
nome feminino
| 1. | uniforme militar ou de uma corporação |
| 2. | vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos |
| 3. | figurado vida militar |
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Far
farda
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
nome feminino
| 1. | uniforme militar ou de uma corporação |
| 2. | vestuário com características próprias utilizado por uma classe de indivíduos |
| 3. | figurado vida militar |
(Do árabe fardâ, «pano; veste de mulher; tanga»)
Farda In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-01-30].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/Farda>.
Crónicas do Ginásio
Sou a gata borralheira do ginásio. Não tenho roupa de marca e a que levo nem sequer me assenta bem. Até as senhoras da hidroginástica têm melhor ar do que eu. Não é que não tenha tentado melhorar a minha imagem desportiva, mas recuso-me a dar 75 euros por umas calças para o ginásio. Gastar mais de 200 euros em equipamento que vai ser lavado milhentas vezes e que vai ficar pior que um chapéu de um trolha, desculpem, mas, logo à partida, não me parece um bom investimento. E toda a vergonha que eu possa sentir, passa-me logo no balneário assim que agarro na minha Roberto Cavalli e visto a minha Burberry e me ponho a andar dali para fora!
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Lost in translation
Acabada a instrução primária e a caminho do preparatório, a minha rica mãezinha achou por bem oferecer-me o Dicionário do Calão do Circulo de Leitores. O objectivo era preparar os meus ouvidos para algumas palavras menos eruditas. Se alguém me dirigisse palavras menos próprias, a minha mãe queria ter a certeza que eu entenderia o que me estava a ser dito.
Como devem imaginar, não me dediquei à mera consulta de palavras. Agarrei o livro na letra A e acabei na letra Z e se houve palavras que ouvi e disse, também houve outras que não passaram do papel. Mas não é por isso que vos escrevo estas linhas. Para dar sentido a todas estas palavras soltas, tinha dado jeito um manual que me ensinasse a lógica e a sua aplicação no contexto real da vida diária.
Um exemplo dessa necessidade revelou-se há umas semanas atrás quando descobri que a palavra ‘marmita’ quer dizer ‘cabeça’. Sempre pensei que significasse ‘cona’ porque no Norte, quem levava almoço para o trabalho, nomeadamente os senhores dos andaimes, chamava ‘cona’ à marmita. Nunca ninguém me explicou que, nestas coisas do calão, as palavras não gozam da propriedade comutativa, a troca de significados entre as duas palavras nem sempre se aplica. Naturalmente, nunca achei piada às expressões ‘vais levar tantas nessa marmita’ ou ‘estás toda comida da marmita’. Mas, mais vale tarde do que nunca, agora sei ao que realmente se referem e não fico chateada com os comentários à minha marmita.
Moral da história: Antes de me chatear, confirmar se tenho razões para isso. Encarar as coisas pela positiva: viver e aprender!
Mais um texto do falecido blogue.
Como devem imaginar, não me dediquei à mera consulta de palavras. Agarrei o livro na letra A e acabei na letra Z e se houve palavras que ouvi e disse, também houve outras que não passaram do papel. Mas não é por isso que vos escrevo estas linhas. Para dar sentido a todas estas palavras soltas, tinha dado jeito um manual que me ensinasse a lógica e a sua aplicação no contexto real da vida diária.
Um exemplo dessa necessidade revelou-se há umas semanas atrás quando descobri que a palavra ‘marmita’ quer dizer ‘cabeça’. Sempre pensei que significasse ‘cona’ porque no Norte, quem levava almoço para o trabalho, nomeadamente os senhores dos andaimes, chamava ‘cona’ à marmita. Nunca ninguém me explicou que, nestas coisas do calão, as palavras não gozam da propriedade comutativa, a troca de significados entre as duas palavras nem sempre se aplica. Naturalmente, nunca achei piada às expressões ‘vais levar tantas nessa marmita’ ou ‘estás toda comida da marmita’. Mas, mais vale tarde do que nunca, agora sei ao que realmente se referem e não fico chateada com os comentários à minha marmita.
Moral da história: Antes de me chatear, confirmar se tenho razões para isso. Encarar as coisas pela positiva: viver e aprender!
Mais um texto do falecido blogue.
Já percebi tudo!
Os blogues servem para mandar recados! E eu não quero ficar atrás e vou mandar o meu: Mãezinha, no sábado vou aí jantar!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Ele há coisas
Como a inveja no Facebook está a tornar os utilizadores infelizes
E eu a pensar que era a fome no mundo e as criancinhas doentes...
Odeio as segundas-feiras, basicamente
Há dias que me deprimem. E a segunda-feira é um deles. Mesmo quando se gosta do que se faz, a segunda-feira nunca é bem-vinda. Deve ser uma questão cultural ou já nascemos formatados para isso, não sei. Desde miúda que sinto este aperto. Começa como uma pontada às 18 horas de domingo, atingindo o ponto máximo às 07h30 da manhã de segunda. Sim, a tristeza também pode ter hora marcada para começar e acabar. Odeio este sentimento básico. Já tentei aliviar a dor partilhando no facebook imagens com ditos de rancor sobre a segunda-feira. Mas não funcionou. Apenas consegui chatear e deprimir aqueles com quem partilho a rede social. Felizmente, a seguir à segunda-feira vem a terça.
Já o tinha dito, mas achei por bem repetir.
Já o tinha dito, mas achei por bem repetir.
sábado, 26 de janeiro de 2013
É muito triste
Acordar às 8h da manhã de sábado e ter desejado durante toda a semana dormir até às 11h da manhã. Foda-se, ninguém merece!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Crónicas do Ginásio
Enquanto esperava para fazer a reavaliação física, fiquei a observar a aula de karaté e, pelo ar de cromo dos miúdos, percebi a razão que os levou a praticar esta arte marcial.
Em relação à reavaliação física, esqueci-me que tinha que levantar as calças para me medirem a percentagem de gordura nas coxas e levei umas calças justas no tornozelo. Ou seja, o que era suposto levantar, teve que descer e as minhas cuecas não eram as mais indicadas. Parecia uma tolinha a agarrar as calças para não descerem muito e a puxar a t-shirt para não subir demasiado.
Moral da história: Não te rias do vizinho que o teu mal vem a caminho!
Em relação à reavaliação física, esqueci-me que tinha que levantar as calças para me medirem a percentagem de gordura nas coxas e levei umas calças justas no tornozelo. Ou seja, o que era suposto levantar, teve que descer e as minhas cuecas não eram as mais indicadas. Parecia uma tolinha a agarrar as calças para não descerem muito e a puxar a t-shirt para não subir demasiado.
Moral da história: Não te rias do vizinho que o teu mal vem a caminho!
O meio é realmente a mensagem
Segundo Marshall McLuhan, o meio não é simplesmente um canal de transmissão de mensagens. O meio é determinante para a comunicação de uma mensagem e contribui para o significado dessa mensagem. Se eu já concordava com estes ensinamentos, quando vejo mensagens em t-shirts cujo meio é o contraditório tronco que a enverga, fico com a certeza que o homem tinha realmente razão.
Já vi de tudo em t-shirts, desde forças policiais de outro continente a senhoras com mais de setenta anos a ‘garantir’ que são sexy. Contudo, o que me levou a escrever não foram estes casos, mas sim um episódio que me aconteceu no Verão passado.
Nessa fatídica tarde de veraneio, cruzei-me com um tronco adolescente e imberbe que, numa t-shirt preta e em letras brancas garrafais, passeava a seguinte mensagem: Orgasm Donor. A mensagem era clara e objectiva, mas o meio transmitia-me outra coisa: Risco de Ejaculação Precoce, não mexer!
Mais um texto adaptado do outro blogue, mas a conversa ao almoço avivou-me a memória!
Já vi de tudo em t-shirts, desde forças policiais de outro continente a senhoras com mais de setenta anos a ‘garantir’ que são sexy. Contudo, o que me levou a escrever não foram estes casos, mas sim um episódio que me aconteceu no Verão passado.
Nessa fatídica tarde de veraneio, cruzei-me com um tronco adolescente e imberbe que, numa t-shirt preta e em letras brancas garrafais, passeava a seguinte mensagem: Orgasm Donor. A mensagem era clara e objectiva, mas o meio transmitia-me outra coisa: Risco de Ejaculação Precoce, não mexer!
Mais um texto adaptado do outro blogue, mas a conversa ao almoço avivou-me a memória!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Eu quero!
Não fazia ideia que havia tanta malta a blogar sobre moda e lifestyle... Mas o que eu queria mesmo era um blogue de decoração nacional! Não quero aquelas americanadas com cornos espetados em todas as paredes, nem o estilo nórdico minimalista branco onde parece que morremos e fomos todos para o céu. E em relação às cenas recicladas, tudo o que é demais é erro. Eu não quero uma sala mobilidada e decorada a paletes, copos de iogurte, garrafas de água e pacotes de leite!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
A propósito do Facebook
Não raramente,
quando escrevo alguma coisa, recordo a “aula” em que nos explicaram a
importância da pontuação. Não me lembro “textualmente” do texto
apresentado, sei que era um testamento. Não tinha pontuação e cada
herdeiro aplicava-a da forma mais conveniente. Anos mais tarde, na UBI,
ou não fosse eu de comunicação, voltei a ouvir falar do tema, mas com
mais conceitos para além da pontuação. Resumindo. Assusta-me não ser
entendida quando escrevo, arrepia-me não ter a percepção imediata do
mal-entendido. Não quero influenciar ninguém, nem quero que me odeiem.
Eu não sou a maior. A maior parte das vezes, o que escrevo não tem
nenhum significado para além daquilo que escrevi.
Consegui dizer o que queria dizer?
Consegui dizer o que queria dizer?
Diz não ao diminuitivo em vão!
Estou aqui para apelar ao vosso bom senso e angariar companheiros nesta luta que me desgasta. Haverá coisa mais irritante que o uso do diminutivo indiscriminadamente? Até há, dizem vocês. Mas o disparo do diminutivo em vão também causa mossa, respondo eu.
Quando, pela primeira vez, nos cruzamos com um diminutivodependente até achamos fofinho. Mais uns dias de convívio e passam a ser chatinhos.Com a passagem dos anos esta malta passa a ser ridiculamente irritante e a frustração vai aumentando com a consciência de que há ligações profissionais e familiares que não podem ser desligadas.
Por favor, meus queridos diminutivodependentes, atentem nesta informação, é para o vosso bem e para o bem de quem vos rodeia. Um problemazinho nem sempre é ‘inho’. Também não tem que ser ‘ão’ porque muitas vezes é só e apenas um problema. O gatinho, o cãozinho e o passarinho é muito lindo e valoriza a narrativa, em princípio. No entanto, descrever o resultado de um acidente alheio com a frase ‘ficaram todos partidinhos’ não só desvaloriza como retira toda e qualquer carga dramática que era suposto a narrativa ter.
Mais um que foi escrito e publicado noutro blogue. Mas como voltaram à carga, achei por bem repetir.
Quando, pela primeira vez, nos cruzamos com um diminutivodependente até achamos fofinho. Mais uns dias de convívio e passam a ser chatinhos.Com a passagem dos anos esta malta passa a ser ridiculamente irritante e a frustração vai aumentando com a consciência de que há ligações profissionais e familiares que não podem ser desligadas.
Por favor, meus queridos diminutivodependentes, atentem nesta informação, é para o vosso bem e para o bem de quem vos rodeia. Um problemazinho nem sempre é ‘inho’. Também não tem que ser ‘ão’ porque muitas vezes é só e apenas um problema. O gatinho, o cãozinho e o passarinho é muito lindo e valoriza a narrativa, em princípio. No entanto, descrever o resultado de um acidente alheio com a frase ‘ficaram todos partidinhos’ não só desvaloriza como retira toda e qualquer carga dramática que era suposto a narrativa ter.
Mais um que foi escrito e publicado noutro blogue. Mas como voltaram à carga, achei por bem repetir.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Mais coisa menos coisa
Encaro a ida ao supermercado como uma prova dos Jogos sem Fronteiras. Trazer o que é preciso e em pouco tempo. Mas sem Eládio Climaco que a voz off desconcentra-me.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Uma perda de tempo!
Foi uma perda de tempo e dinheiro. Valeram-nos as almôndegas e o sumo de mirtilos vermelhos.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Os saldos são uma selva!
![]() |
| Também compramos um grelhador no caso de a coisa dar para o torto. |
Fomos ao IKEA. O plano original era aproveitar os saldos para comprar um forno e um microondas. Escolhidos os ditos, passámos ao armazém. Deparámo-nos com o último microondas a ser levado para “aquecer o leitinho da menina e, amigo, este é o último, azar”. Como ainda estávamos em 2012, apeteceu-me enfiar um murro na focinheira do senhor porque ainda tinha tempo para desejar ser uma pessoa melhor em 2013. Mas desisti e fomos perguntar ao funcionário se haveria mais algum microondas disponível. A resposta foi negativa, já só havia o forno.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Uma questão de nome
Dar nomes aos filhos é uma opção pessoal e é o resultado individual do gosto ou da falta dele. Mas há nomes que não lembram ao diabo e que até põem em causa o tal ‘Amor de Pais’. Se há nomes que não significam nada e até são bonitos, há outros bem feios e carregados de simbolismo. Mas cada um sabe de si e Deus sabe todos. Sobre as misturas andróginas, endógenas ou geográficas não me vou pronunciar. Porque, sinceramente, os nomes que mais me afligem são o Maria dos Prazeres e o Maria da Dores. E são os que me trazem mais problemas, não consigo chamar Dona Prazeres a uma senhora de respeito e Maria das Dores a alguém que de sofrido não tem nada. Ou seja, isto são lá nomes para se dar a crianças?! Se ainda ao menos fosse Esperança porque essa, a Esperança, é sempre a última a morrer. E isso sim, é ‘Amor de Pais’.
Este texto foi escrito e publicado noutro blogue. É mais um que não consegui deixar para trás.
Este texto foi escrito e publicado noutro blogue. É mais um que não consegui deixar para trás.
É complicado
Estacionamento criativo e sprint matinal para fugir ao segurança... Espero que as obras do parque terminem rápido que já estou velha para estas coisas.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
A parte pelo todo
A quem defende animais é exigido decoro sob pena de ser acusado de fanatismo ou de 'maluquinho dos animais'. Não me incomodam as classificações. Para mim, ser justo é ajudar quem precisa, ser ético é ser justo com animais, homens, mulheres, crianças e velhos. Não vejo diferença, somos todos iguais. Não é por ajudar ou amar um cão que vou deixar de ajudar alguém que precisa. E é isso que eu faço, mesmo quando me chamam de burra por o fazer. Mas que se foda, também não tenciono receber nenhuma medalha por isso.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Sister V. e o fabuloso mundo automóvel
...
- A pressão dos pneus varia conforme o número de pessoas que transportas no carro.
- Diz-me a verdade, estás a pensar deixar-me?
- Hum?! Não...
- Então, estás-me a dizer isso porquê?
...
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Não basta querer
Quero escrever coisas bonitas. Mas só me saem coisas parvas. Quero filosofar sobre temas importantes e espalhar maturidade. Mas estou vazia e com sono.
sábado, 12 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Falar para a piça
Falar para a piça não dignifica ninguém. Não engrandece nem a piça nem quem para ela fala. Mas o mal é de quem fala porque a piça existe apenas em sentido figurado. Não há mal que lhe pegue. Quem fala está a ser ignorado por quem era suposto estar a ouvir e é a piça que aparece para safar quem está a falar para o boneco. Ninguém quer estar a falar para a micose. Se é para falar, ao menos que o seja para a piça. Repetir diariamente a mesma ladainha e com isso ser apenas mais uma voz a bradar no deserto… louvada seja a piça por nos acompanhar nestes momentos. É que falar para orelhas moucas ou ouvidos de mercador não dá pica a ninguém.
Nota: Para quem tiver dúvidas em relação à grafia da palavra piça pode verificá-la aqui.
Este texto foi escrito e publicado noutro blogue. Não consegui deixá-lo para trás. Está sempre actual.
Nota: Para quem tiver dúvidas em relação à grafia da palavra piça pode verificá-la aqui.
Este texto foi escrito e publicado noutro blogue. Não consegui deixá-lo para trás. Está sempre actual.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Agradar ao público
A minha única e fiel leitora de sempre, pediu-me para alterar o template que o outro tinha, entre vários defeitos, cor de merda. Pronto, feito. Gostas assim?
São vidas
Aos 5 já jogava sueca na perfeição. Aos 10 ainda tinha bastante
dificuldade em interpretar as horas nos ponteiros dos relógios. Malditos anos
oitenta e os seus relógios digitais.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Mais uma vez, valha-me Zeus!
Se eu não tivesse embarcado na conversa do 'podias comprar t-shirts para levar para o ginásio', continuaria a levar as dele e não fazia figuras destas.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Preciso de ajuda
Com as minhas posso eu bem. As hormonas das outras é que me incomodam. É muita humidade para uma pessoa só.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
2013
2013, não consegui sincronizar a toma das passas com as 12 badaladas. Mas o punhado que tirei tinha as 12 passas certinhas. E isso, em termos de sorte, deve contar alguma coisa. Não achas?
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Já vai tarde, mas cá vai
A previsão apocalíptica do Fim do Mundo foi um embuste! Sinto-me enganada. No dia 21 de Dezembro, os únicos meteoritos que encontrei no terraço foram as poias dos canideos.
Vida dura
No ginásio, para me distrair do exercício físico, vou observando e ouvindo. E já decidi, tendo em conta a forma como o moço geme, exijo o mesmo treino que ele.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Medo
Eu não tenho medo de perder poder de compra. Tenho medo de não conseguir cumprir os compromissos assumidos, como por exemplo, pagar a casa.
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